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Assessor do PS insulta e ameaça líder parlamentar do CHEGA

Assessor do PS insulta e ameaça líder parlamentar do CHEGA
O líder parlamentar do CHEGA, Pedro Pinto, foi alvo de insultos e ameaças por parte de Nuno Saraiva, assessor de comunicação do Partido Socialista.

O incidente teve lugar nos corredores da Assembleia da República, junto ao Plenário, depois de Nuno Saraiva ter ofendido o partido CHEGA, os seus dirigentes, militantes e simpatizantes nas redes sociais.

O assessor socialista escreveu que a intervenção de Augusto Santos Silva tinha sido um “defender da dignidade da Democracia, das instituições e de todos os cidadãos. É assim que combatem os fascistas, racistas e xenófobos”.

Pedro Pinto e Nuno Saraiva cruzaram-se, posteriormente, e o líder parlamentar do CHEGA disse-lhe que devia ter a “coragem” de chamar fascista, mas pessoalmente e não recorrendo a uma rede social.

Na resposta, o assessor do PS chamou “palhaço” e “fascista” ao deputado do CHEGA, acercando-se dele em tom intimidatório. “Eu sei quem tu és”, acrescentou em tom de ameaça, dizendo-lhe ainda “põe-te a mexer daqui para fora”.

“É lamentável que um assessor, seja de que partido for, se dirija nestes termos a um deputado da Nação. Eu apenas lhe disse que deveria ter a coragem de nos chamar fascistas pessoalmente e ele partiu de imediato para o insulto”, garante Pedro Pinto ao Folha Nacional.

Ainda antes da troca de palavras, Nuno Saraiva tinha estado a assistir à conferência de imprensa do CHEGA, nos Passos Perdidos, em tom provocatório ao mesmo tempo que fotografava todas as pessoas que ali se encontravam.

Esta não é a primeira vez que o grupo parlamentar do CHEGA é alvo de ofensas dentro da Assembleia da República. Vários deputados apelidam os deputados da terceira maior força política nacional de “fascistas” e ontem, após a saída do grupo parlamentar do CHEGA do plenário, Pedro Filipe Soares, do Bloco de Esquerda, disse que “agora respira-se melhor aqui dentro”.

A falta de respeito ao CHEGA tem sido uma constante desde a anterior legislatura e tem vindo a agravar-se desde que o partido liderado por André Ventura passou de um para 12 deputados, representando cerca de 400 mil portugueses.
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