Política Nacional

Comunidade cigana goza de “impunidade brutal”. Alguém pode dizer que é mentira?

Comunidade cigana goza de “impunidade brutal”. Alguém pode dizer que é mentira?
O Presidente do CHEGA recordou, na sua declaração política de quarta-feira, na Assembleia da República, a onda de violência que tem atingido Portugal, destacando os acontecimentos da última semana que envolveram, na larga maioria dos casos, a etnia cigana.

“Têm sido muitos os episódios de violência, muito o terror que tem sido provocado às nossas populações em tantos distritos do nosso país. São tantas as notícias de militares da GNR ofendidos e agredidos, proprietários de cafés e restaurantes assediados, populações aterrorizadas, pais que têm medo de levar as crianças às escolas e isto porquê? Porque temos medo de olhar para este enorme problema que há em Portugal e não temos coragem de o enfrentar”, lamentou André Ventura.

Na mesma intervenção, o Presidente do terceiro maior partido português recordou que o principal suspeito da morte de um agente da PSP à porta de uma discoteca continua a monte com a “família deste agressor [de etnia cigana] a negociar com o Estado se o entrega ou não”.

“Isto representa a impunidade brutal que a comunidade cigana tem em Portugal”, disse, tendo sido aplaudido em força pela bancada do CHEGA, com as restantes em silêncio a não quererem reconhecer o problema que existe.

O presidente do CHEGA pediu ainda que as condições de trabalho dos polícias sejam melhoradas, saudando o seu trabalho e o protesto da Polícia Municipal realizado ontem em frente à residência oficial do primeiro-ministro, António Costa.

Na sua intervenção, André Ventura mostrou fotografias, cedidas ao CHEGA por elementos policiais, das camaratas onde os agentes vivem - lugares sem condições de salubridade - e, mais uma vez, colocou o dedo na ferida, dizendo aquilo que mais ninguém tem a coragem de dizer: “Este país, que paga subvenções políticas vitalícias e que contrata assessores a peso de ouro [referindo-se à tentativa de Fernando Medina de contratar Sérgio Figueiredo oferecendo-lhe um salário mais elevado do que o de um ministro] é o mesmo país que coloca os polícias a viverem, pior do que animais, em camaratas”.

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