Perigo máximo de incêndios muito elevado no interior Norte e Centro e no Algarve

© D.R.

O concelho de Tavira, em Faro, no Algarve, está em risco máximo de incêndio. Além disso, o IPMA colocou cerca de 30 concelhos do interior Norte e Centro e do Algarve em risco muito elevado.

Um município algarvio está esta quinta-feira em perigo máximo de incêndio e cerca de 30 concelhos do interior Norte e Centro e do Algarve estão em perigo muito elevado, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

O IPMA colocou em perigo máximo de incêndio o concelho de Tavira (Faro) e em perigo muito elevado três municípios do distrito de Bragança, sete de Castelo Branco, oito concelhos do distrito de Santarém, cinco de Portalegre e cinco de Faro.

Em risco elevado estão dezenas de municípios do interior Norte e Centro, do sul alentejano e do Algarve.

O perigo de incêndio, determinado pelo IPMA, tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo. Os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.

Para esta quinta-feira, o IPMA prevê uma pequena subida da temperatura máxima nas regiões Norte e Centro, céu pouco nublado ou limpo, vento por vezes forte nas terras altas e acentuado arrefecimento noturno. Está igualmente prevista uma pequena subida da temperatura mínima.

Quanto a temperaturas, as mínimas vão variar entre os 5 graus celsius (Braga) e os 13ºC (Lisboa) e as máximas entre os 21ºC (Guarda) e os 31ºC (Santarém).

Últimas do País

Um jovem de 15 anos, com necessidades educativas especiais, continua sem aulas devido à falta de uma resposta escolar adequada. Depois de várias tentativas para resolver a situação, a mãe decidiu apresentar queixa, levando às autoridades policiais um problema que coloca em causa o acesso do filho à educação.
Uma mulher de 30 anos foi encontrada morta, com ferimentos provocados por arma de fogo, no interior de uma viatura estacionada na berma da Estrada Nacional 360, nas Caldas da Rainha. Ao seu lado estava um homem de 25 anos, apontado como seu namorado, que foi encontrado inconsciente.
O Parlamento pediu os contratos contestados pela entidade reguladora da profissão, mas recebeu uma minuta já alterada. A SÁBADO revela que existiam três contratos assinados com as cláusulas consideradas ilegais.
Ricardo Carrilho acusa Luís Neves de o ter afastado para proteger interesses instalados na SIRESP. Em declarações à Renascença, denuncia contratações suspeitas, negócios com escritórios de advogados e contratos com operadores privados que não cumpririam as suas obrigações.
A proteção de vítimas de violência levanta uma nova controvérsia: o acesso à licença parental remunerada a 100% poderá depender da saída da residência. A condição, noticiada pelo Jornal de Notícias, coloca em discussão a relação entre os apoios sociais e a segurança de quem enfrenta situações de violência.
As autoridades já apreenderam mais de 42 toneladas de cocaína desde o início do ano, um volume que evidencia a dimensão das operações de combate ao tráfico de droga. Os números colocam novamente em destaque a atividade das redes internacionais de narcotráfico e a importância da fiscalização das rotas de circulação de estupefacientes.
André Ventura acusa Luís Neves de “prepotência e incapacidade de lidar com a verdade” e coloca a responsabilidade pela resolução do caso nas mãos de Luís Montenegro. O presidente do CHEGA alerta que, enquanto o primeiro-ministro não intervier, “a infeção deste Governo será cada vez maior”.
Três trabalhadores morreram hoje num acidente laboral num reservatório de água de uma habitação na Quinta do Lago, no concelho de Loulé, distrito de Faro, disseram à Lusa fontes da GNR e da Proteção Civil.
Cerca de 150 dirigentes associativos do setor agroflorestal concentraram-se esta segunda-feira junto à Assembleia da República, em Lisboa, para exigir ao Governo 140 milhões de euros em apoios que permitam enfrentar o aumento dos custos de produção e recuperar a competitividade face a Espanha. A resposta do ministro da Agricultura aponta para 2027, ano em que estarão disponíveis mais de 162 milhões de euros para apoiar o setor.
“Alguma coisa não está certa com Luís Neves”, afirmou o presidente do CHEGA, numa altura em que a imprensa aponta divergências relacionadas com o Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal como possível motivo para a saída de Ricardo Carrilho.