Economia da Alemanha recua 0,1% no 3.º trimestre

O Produto Interno Bruto (PIB) da Alemanha contraiu-se 0,1% no terceiro trimestre, depois de uma expansão de 0,1% no trimestre anterior, valor que foi revisto em alta pela agência federal de estatística alemã (Destatis).

© D.R.

Este dado confirma os receios do Bundesbank, o banco central alemão, que, no último boletim mensal, previu que a economia alemã iria “provavelmente” contrair-se no terceiro trimestre, uma vez que a procura externa, o consumo interno e o investimento enfraqueceram devido ao impacto do aumento dos custos de financiamento.

Em comparação com o terceiro trimestre do ano passado, a maior economia da Europa registou uma contração de 0,8%, enquanto nos dados ajustados aos preços e ao calendário a queda da atividade se limitou a 0,3%, uma vez que houve menos um dia útil do que no mesmo período de 2022.

Por outro lado, a Destatis informou que, além de rever em alta o crescimento do segundo trimestre em uma décima de ponto percentual, para 0,1%, também melhorou o dos primeiros três meses de 2023, quando a economia estagnou em vez de contrair 0,1%, como havia estimado anteriormente.

Últimas de Economia

O indicador de confiança dos consumidores diminuiu em setembro pelo segundo mês consecutivo e o clima económico, baseado em inquéritos às empresas, recuou após ter aumentado no mês anterior, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Arrendar casa ficou ainda mais caro. Novos contratos atingiram uma renda mediana de 10,17 euros por metro quadrado entre abril e junho, mais 10,2% do que há um ano. Lisboa continua no topo, com 17,79 euros por metro quadrado.
Escalada dos juros junta-se ao aumento dos combustíveis e dos preços no supermercado. Quase um milhão de famílias com crédito à habitação a taxa variável estão expostas às oscilações da Euribor e, em alguns casos, a prestação mensal já aumentou mais de 100 euros.
As principais bolsas europeias abriram hoje em alta, atentas de novo à evolução do preço do petróleo, que está a subir, e dos juros das dívidas soberanas, que continuam em alta.
O líder parlamentar do CHEGA saiu da reunião com o Governo a criticar as linhas gerais do Orçamento do Estado para 2027. Pedro Pinto acusa o Executivo de não apresentar medidas para responder às dificuldades dos portugueses e lamenta a ausência de novas descidas de impostos.
Quase sete em cada dez empresas ouvidas pela Deloitte dão nota negativa ao sistema fiscal português e 97% consideram-no complexo. Justiça tributária, burocracia e carga fiscal estão entre os principais entraves apontados à competitividade e ao investimento em Portugal.
A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) fechou nove processos de contraordenação em 2025, onde foram aplicadas 10 coimas e uma admoestação, no valor total de 148.750 euros.
A aproximação do fim dos prazos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) terá levado várias entidades públicas a acelerar procedimentos e contratos. Universidade Nova de Lisboa assinou 12 contratos, no valor global de 2,06 milhões de euros, entre meados e o final de junho.
O nível de atividade de reabilitação urbana recuou ligeiramente em agosto, enquanto a carteira de encomendas manteve uma evolução positiva, segundo o barómetro hoje divulgado pela associação setorial AICCOPN.
O 'stock' de empréstimos para habitação atingiu, em agosto, 119.062 milhões de euros, o equivalente a uma taxa de variação anual de 11,2%, a mais alta desde fevereiro de 2003, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).