Taxa de desemprego desce para 6,2% em julho

A taxa de desemprego recuou para 6,2% em julho, 0,2 pontos percentuais abaixo da de junho e igual à do mesmo mês de 2023, segundo dados provisórios hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

© D.R.

“A taxa de desemprego situou-se em 6,2%, valor inferior ao do mês anterior e ao de três meses antes (0,2 pontos percentuais em ambos) e igual ao de um ano antes”, avança o INE nas “Estimativas Mensais de Emprego e Desemprego”.

Segundo detalha o instituto estatístico, em julho, a população desempregada (331,8 mil) “diminuiu em relação aos três períodos de comparação: 3,7%, 4,6% e 0,6%, respetivamente”.

O INE divulgou também as estimativas definitivas do emprego e desemprego relativas ao mês de junho, tendo revisto em baixa a taxa de desemprego desse mês para 6,4% (6,7% nas estimativas provisórias), valor igual ao de maio, inferior em 0,1 pontos percentuais ao de março de 2024 e superior em 0,1 pontos percentuais ao de junho de 2023.

Últimas de Economia

O Presidente do CHEGA alerta para o peso dos combustíveis no setor agrícola e acusa PS e PSD de incoerência na discussão sobre a redução dos impostos.
O preço dos combustíveis e lubrificantes para transporte pessoal na União Europeia (UE) aumentou, em agosto, 23,8% na comparação homóloga, após as subidas de 13,7% em junho e de 16,9% em julho, segundo o Eurostat.
A economia portuguesa cresce e emprega mais, mas continua a falhar onde mais conta para criar riqueza: no valor produzido por cada hora de trabalho. Em 2025, a produtividade portuguesa ficou em apenas 66,9% da média da União Europeia, abaixo do nível registado no início do século. A Business Roundtable Portugal alerta ainda para salários comprimidos, falta de investimento e dificuldades em reter trabalhadores qualificados.
As empresas comunicaram 407 despedimentos coletivos até agosto, o que representa um aumento de 13,4% face ao período homólogo, mantendo-se no valor mais elevado desde 2020, segundo os dados mais recentes divulgados pela DGERT.
O CHEGA apresentou um projeto de lei que pretende reforçar a proteção das famílias com crédito à habitação própria e permanente quando a prestação passa a representar uma parte muito elevada do rendimento mensal.
O líder do CHEGA, André Ventura, acusou este domingo o primeiro-ministro e o Governo de irresponsabilidade política e hipocrisia sobre o tema do IVA dos combustíveis, e pediu também ao PS que ponham a mão na consciência.
A produção na construção recuou 2,0% na zona euro e 1,8% na União Europeia (UE) em julho, face ao mesmo mês de 2025, segundo dados hoje divulgados pelo Eurostat.
A taxa Euribor desceu hoje a três e a 12 meses e subiu a seis meses para um novo máximo desde outubro de 2024.
Contas provisórias apontam para um agravamento de 10 cêntimos no gasóleo e oito na gasolina já a partir de segunda-feira. A Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis fecha os valores esta sexta-feira.
O Partido Socialista (PS) defende que é preciso aliviar a carga fiscal sobre os combustíveis, mas vai votar contra o projeto de lei do CHEGA que propõe reduzir temporariamente o IVA nos combustíveis de 23% para 13%. A decisão foi confirmada por José Luís Carneiro.