Comissão do Mercado de Valores Mobiliários aplicou multas de 50 mil euros no 3.º trimestre

A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) aplicou, no terceiro trimestre, coimas no valor total de 50 mil euros em processos de contraordenação por violação de normas dos mercados financeiros, disse hoje em comunicado.

© D.R

De acordo com o regulador dos mercados financeiros, entre julho e setembro, a CMVM decidiu cinco processos de contraordenação, dois sobre a atuação dos auditores, dois por violação de deveres de combate ao branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo e um referente à atividade dos organismos de investimento coletivo.

Desses processos resultaram “três coimas no montante total de 50.000 euros, uma admoestação e um arquivamento”.

Ainda no terceiro trimestre, a CMVM instaurou quatro processos de contraordenação, dois referentes a auditores e dois sobre a atividade dos organismos de investimento coletivo.

No total, em setembro, estavam em curso 59 processos de contraordenação na CMVM.

Quanto a processos em tribunal, foi decidido um em setembro por violações de deveres de intermediação financeira e continuavam dois em curso pendentes de decisão.

A CMVM não dá mais informações sobre estes processos, incluindo nomes das empresas envolvidas.

Últimas de Economia

O CHEGA Açores apresentou dois requerimentos ao Governo Regional, um para exigir medidas de combate ao aumento do custo de vida e outro para esclarecer os resultados do projeto-piloto da semana de quatro dias na Administração Pública Regional.
O preço eficiente dos combustíveis sobe esta semana para 2,167 euros na gasolina 95 simples e para 2,211 euros no gasóleo simples, adiantou hoje a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).
A inflação acelerou para 3,6% em setembro, em termos homólogos, o que compara com uma taxa de 3,3% no mês anterior, segundo os dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), que confirmam a estimativa rápida.
O cenário económico apresentado pelo Governo para 2027 enfrenta previsões menos favoráveis do Fundo Monetário Internacional. A instituição antecipa um crescimento de apenas 1,9% e uma inflação de 3%, contrariando as estimativas inscritas no Orçamento do Estado e levantando novas questões sobre a evolução do poder de compra dos portugueses.
A despesa pública com deslocações e estadias deverá atingir os 133,8 milhões de euros no próximo ano. Numa altura em que o Orçamento do Estado volta a colocar as contas públicas no centro do debate, os ministérios da Educação, Defesa e Negócios Estrangeiros concentram as maiores verbas destinadas a viagens e alojamento.
O Estado reforçou a sua participação na REN com a aquisição de mais 5,3% do capital à Fidelidade. A operação eleva a posição estatal para cerca de 19%, num investimento global que poderá atingir os 537 milhões de euros, segundo cálculos do jornal ECO.
Um agravamento da conjuntura económica poderá retirar dois mil milhões de euros à riqueza produzida em Portugal. O cenário de risco é reconhecido pelo próprio Governo.
O preço por litro da gasolina deverá subir cerca de cinco cêntimos e o de gasóleo deverá descer até um cêntimo na próxima semana, segundo as estimativas divulgadas esta sexta-feira pelo Automóvel Club de Portugal (ACP) e pela Anarec.
Os custos de construção de habitação nova terão aumentado 7,5% em agosto, em termos homólogos, tendo os materiais subido 7,1% e a mão-de-obra 8,0%, de acordo com uma estimativa divulgada esta sexta-feira pelo INE.
A presidente do Tribunal de Contas defendeu que reformas das finanças públicas não devem enfraquecer o controlo externo da despesa, para proteger as democracias.