Comissão do Mercado de Valores Mobiliários aplicou multas de 50 mil euros no 3.º trimestre

A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) aplicou, no terceiro trimestre, coimas no valor total de 50 mil euros em processos de contraordenação por violação de normas dos mercados financeiros, disse hoje em comunicado.

© D.R

De acordo com o regulador dos mercados financeiros, entre julho e setembro, a CMVM decidiu cinco processos de contraordenação, dois sobre a atuação dos auditores, dois por violação de deveres de combate ao branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo e um referente à atividade dos organismos de investimento coletivo.

Desses processos resultaram “três coimas no montante total de 50.000 euros, uma admoestação e um arquivamento”.

Ainda no terceiro trimestre, a CMVM instaurou quatro processos de contraordenação, dois referentes a auditores e dois sobre a atividade dos organismos de investimento coletivo.

No total, em setembro, estavam em curso 59 processos de contraordenação na CMVM.

Quanto a processos em tribunal, foi decidido um em setembro por violações de deveres de intermediação financeira e continuavam dois em curso pendentes de decisão.

A CMVM não dá mais informações sobre estes processos, incluindo nomes das empresas envolvidas.

Últimas de Economia

A carga fiscal aumentou para 35,3% em 2025, face aos 35% registados no ano anterior, de acordo com a segunda notificação de 2026 relativa ao Procedimento dos Défices Excessivos divulgada hoje pelo INE.
A taxa de poupança das famílias recuou para 12,1% do rendimento disponível no segundo trimestre de 2026, face a 12,4% no trimestre anterior, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Os preços aumentaram 16,5% no segundo trimestre, enquanto o número de negócios caiu 6,4%. Endividamento dos particulares regista o maior crescimento anual desde 2008.
A economia da zona euro deverá crescer 1% em 2026 e em 2027, segundo as previsões da OCDE, que está mais otimista para este ano mas mais pessimista em relação ao desempenho da economia no próximo.
O Presidente do CHEGA alerta para o peso dos combustíveis no setor agrícola e acusa PS e PSD de incoerência na discussão sobre a redução dos impostos.
O preço dos combustíveis e lubrificantes para transporte pessoal na União Europeia (UE) aumentou, em agosto, 23,8% na comparação homóloga, após as subidas de 13,7% em junho e de 16,9% em julho, segundo o Eurostat.
A economia portuguesa cresce e emprega mais, mas continua a falhar onde mais conta para criar riqueza: no valor produzido por cada hora de trabalho. Em 2025, a produtividade portuguesa ficou em apenas 66,9% da média da União Europeia, abaixo do nível registado no início do século. A Business Roundtable Portugal alerta ainda para salários comprimidos, falta de investimento e dificuldades em reter trabalhadores qualificados.
As empresas comunicaram 407 despedimentos coletivos até agosto, o que representa um aumento de 13,4% face ao período homólogo, mantendo-se no valor mais elevado desde 2020, segundo os dados mais recentes divulgados pela DGERT.
O CHEGA apresentou um projeto de lei que pretende reforçar a proteção das famílias com crédito à habitação própria e permanente quando a prestação passa a representar uma parte muito elevada do rendimento mensal.
O líder do CHEGA, André Ventura, acusou este domingo o primeiro-ministro e o Governo de irresponsabilidade política e hipocrisia sobre o tema do IVA dos combustíveis, e pediu também ao PS que ponham a mão na consciência.