Portugal ocupa 18.º lugar da UE no salário médio anual ajustado

O salário médio anual ajustado a tempo inteiro dos trabalhadores na União Europeia teve, em 2023, um aumento homólogo de 6,5% para os 37.900 euros, com Portugal no 18.º lugar, com 22.933 euros, divulga hoje o Eurostat.

© D.R

De acordo com os dados publicados pelo serviço estatístico da UE, os salários médios anuais ajustados a tempo inteiro mais elevados foram apresentados pelo Luxemburgo (81.100 euros), seguido pela Dinamarca (67.600) e a Irlanda (58.700).

No extremo oposto, com os menores salários, estão a Bulgária (13.500 euros), a Hungria (16.900 euros) e a Grécia (17.000 euros).

Portugal está no 18.º lugar entre os 27 Estados-membros com um salário médio anual ajustado a tempo inteiro de 22.933, que se compara com os 21.131 apresentado em 2022.

Últimas de Economia

André Ventura anunciou que o CHEGA vai apresentar um pacote de emergência para combater a crise da habitação, que inclui a isenção temporária do pagamento do IMI, benefícios fiscais e apoios às rendas. O líder do partido defendeu medidas urgentes para reduzir os encargos das famílias portuguesas.
As alterações às tabelas de retenção na fonte previstas para novembro poderão aumentar o salário líquido de muitos trabalhadores, mas há uma consequência menos favorável: o reembolso de IRS poderá diminuir no próximo ano.
Os 60 membros do Governo que está a alterar as leis do arrendamento declaram 436 imóveis, avaliados em quase 23 milhões de euros. Marisa Garrido, secretária de Estado da Administração Pública e que recebeu 12 milhões de euros em suplementos quando dirigia os Recursos Humanos da RTP, lidera a lista com 62 propriedades. Luís Montenegro surge logo a seguir, com 55 imóveis declarados.
Quase cinco mil milhões de euros continuam por recuperar. Montante cobriria o orçamento anual do Ensino Superior, Ciência e Inovação e grande parte das despesas do Ministério da Economia.
Venda de ouro confiscado pelas autoridades faz disparar receitas públicas, com valores quatro vezes superiores aos registados dois anos antes.
Aumento salarial promete mais dinheiro ao fim do mês, mas a subida dos preços deverá reduzir para metade a melhoria real do poder de compra.
Sondagem da Pitagórica para a TVI/CNN indica que mais de 80% dos portugueses concordam com a redução dos impostos sobre os combustíveis, medida defendida pelo CHEGA e rejeitada por PS e PSD no Parlamento.
BPN e Banif desapareceram há anos, mas continuam a pesar nas contas públicas. O Governo prevê gastar 334 milhões de euros em 2027, enquanto permanecem por recuperar mais de 8,6 mil milhões de euros em apoios do Estado.
O preço por litro de gasóleo deverá subir 4,5 cêntimos, segundo estimativas do Automóvel Club de Portugal (ACP).
Arrendamento regista uma subida superior a 76% em apenas cinco anos, segundo o Jornal de Notícias.