Poder de compra em Portugal sobe para 80,5% da média europeia em 2023

O poder de compra em Portugal foi 80,5% da média europeia em 2023, mais 3,1 pontos percentuais que em 2022, ocupando o país a 15.ª posição entre os 20 países da zona euro e a 18.ª da União Europeia.

© D.R.

Segundo dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), entre 2022 e 2023, o Produto Interno Bruto (PIB) ‘per capita’ de Portugal, expresso em Paridades de Poder de Compra (PPC), passou de 77,4% para 80,5% da média da União Europeia (UE), tendo o país subido da 16.ª para a 15ª posição entre os 20 países da zona euro e do 20.º para o 18.º lugar da UE.

No que se refere à despesa de consumo individual ‘per capita’, apontado pelo INE como “um indicador mais apropriado para refletir o bem-estar das famílias”, fixou-se em 85,0% da média da União Europeia em 2023, menos 0,3 pontos percentuais do que no ano anterior.

Neste indicador, Portugal ocupava a 15.ª posição na zona Euro e a 18.ª na União Europeia, o que compara com as 14.ª e 17.ª posições, respetivamente, no exercício anterior.

Últimas de Economia

A inflação deverá acelerar este ano para 3,2%, num contexto de subida de preços dos combustíveis impulsionado pela guerra no Médio Oriente, estima o Conselho das Finanças Públicas (CFP).
O Banco Central Europeu (BCE) prevê que a inflação da energia atinja um pico no final de 2026 e diminua significativamente em 2027, foi hoje anunciado.
O valor mediano de avaliação bancária na habitação atingiu um novo máximo histórico de 2.254 euros por metro quadrado em agosto, mais 14 euros do que no mês anterior e 14,7% acima do mês homólogo de 2025, divulgou hoje o INE.
Os preços do gasóleo na União Europeia (UE) atingiram um novo máximo de 2,23 euros por litro, contra 2,16 euros na semana anterior, segundo uma análise da agência de notícias AFP aos dados nacionais publicados hoje pela Comissão Europeia.
A carga fiscal aumentou para 35,3% em 2025, face aos 35% registados no ano anterior, de acordo com a segunda notificação de 2026 relativa ao Procedimento dos Défices Excessivos divulgada hoje pelo INE.
A taxa de poupança das famílias recuou para 12,1% do rendimento disponível no segundo trimestre de 2026, face a 12,4% no trimestre anterior, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Os preços aumentaram 16,5% no segundo trimestre, enquanto o número de negócios caiu 6,4%. Endividamento dos particulares regista o maior crescimento anual desde 2008.
A economia da zona euro deverá crescer 1% em 2026 e em 2027, segundo as previsões da OCDE, que está mais otimista para este ano mas mais pessimista em relação ao desempenho da economia no próximo.
O Presidente do CHEGA alerta para o peso dos combustíveis no setor agrícola e acusa PS e PSD de incoerência na discussão sobre a redução dos impostos.
O preço dos combustíveis e lubrificantes para transporte pessoal na União Europeia (UE) aumentou, em agosto, 23,8% na comparação homóloga, após as subidas de 13,7% em junho e de 16,9% em julho, segundo o Eurostat.