Valor do Indexante dos Apoios Sociais aumenta para 522,50 euros

O valor do Indexante dos Apoios Sociais (IAS), de referência para o cálculo de pensões e prestações sociais, aumentou no dia 01 de janeiro 2,6%, para 522,50 euros, de acordo com uma portaria publicada hoje em Diário da República.

© D.R.

No ano passado, o valor do IAS, utilizado para calcular diversos apoios sociais concedidos pelo Estado, era de 509,26 euros.

A portaria assinada pelos ministros de Estado e das Finanças e pela ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social produz efeitos desde 01 de janeiro.

O IAS é usado para achar o valor de diversos apoios, como Rendimento Social de Inserção (RSI), subsídio de desemprego, abono de família e pensões.

A atualização anual do IAS é feita com base no crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) e o Índice de Preços no Consumidor (IPC).

Últimas de Economia

André Ventura anunciou que o CHEGA vai apresentar um pacote de emergência para combater a crise da habitação, que inclui a isenção temporária do pagamento do IMI, benefícios fiscais e apoios às rendas. O líder do partido defendeu medidas urgentes para reduzir os encargos das famílias portuguesas.
As alterações às tabelas de retenção na fonte previstas para novembro poderão aumentar o salário líquido de muitos trabalhadores, mas há uma consequência menos favorável: o reembolso de IRS poderá diminuir no próximo ano.
Os 60 membros do Governo que está a alterar as leis do arrendamento declaram 436 imóveis, avaliados em quase 23 milhões de euros. Marisa Garrido, secretária de Estado da Administração Pública e que recebeu 12 milhões de euros em suplementos quando dirigia os Recursos Humanos da RTP, lidera a lista com 62 propriedades. Luís Montenegro surge logo a seguir, com 55 imóveis declarados.
Quase cinco mil milhões de euros continuam por recuperar. Montante cobriria o orçamento anual do Ensino Superior, Ciência e Inovação e grande parte das despesas do Ministério da Economia.
Venda de ouro confiscado pelas autoridades faz disparar receitas públicas, com valores quatro vezes superiores aos registados dois anos antes.
Aumento salarial promete mais dinheiro ao fim do mês, mas a subida dos preços deverá reduzir para metade a melhoria real do poder de compra.
Sondagem da Pitagórica para a TVI/CNN indica que mais de 80% dos portugueses concordam com a redução dos impostos sobre os combustíveis, medida defendida pelo CHEGA e rejeitada por PS e PSD no Parlamento.
BPN e Banif desapareceram há anos, mas continuam a pesar nas contas públicas. O Governo prevê gastar 334 milhões de euros em 2027, enquanto permanecem por recuperar mais de 8,6 mil milhões de euros em apoios do Estado.
O preço por litro de gasóleo deverá subir 4,5 cêntimos, segundo estimativas do Automóvel Club de Portugal (ACP).
Arrendamento regista uma subida superior a 76% em apenas cinco anos, segundo o Jornal de Notícias.