Encostem-nos à parede

O CHEGA! é a única força política que tem a coragem de abordar questões que muitos

preferem evitar. A realidade nas nossas ruas é preocupante e, em muitas cidades, a

criminalidade está a aumentar. A esquerda radical, a extrema-esquerda e este governo,

como sempre, parecem não reconhecer o problema e continuam a ignorar o que está a

acontecer. Escondem-se atrás de números, mas não são os números que vão socorrer as

pessoas quando forem um alvo. Não podemos continuar a desconsiderar os sinais de

perigo. A criminalidade está a crescer, assaltos, violência, gangues, tráfico e, infelizmente,

as nossas ruas tornaram-se locais onde as pessoas se sentem inseguras.

Infelizmente, também, para muitos na esquerda, isso não representa um problema sério.

Pelo contrário, sabem que com a legalização acelerada de imigrantes e de imigrantes

ilegais, terão esses votos, mas essa abordagem está a ter um custo muito elevado para a

segurança dos portugueses. Precisamos de uma mudança urgente.

A situação nas fronteiras, que está a ser alimentada por políticas da União Europeia, é um

reflexo de uma crise que está a prejudicar a nossa segurança e a estabilidade social. Os

governos têm falhado em tomar medidas firmes para controlar a imigração ilegal e, pior

ainda, têm facilitado e acelerado o processo de legalização, colocando em risco a ordem

pública. Isto é deplorável.

Cidades como Lisboa, Porto, Albufeira e Fundão estão a ver um aumento na criminalidade,

com a violência a tornar-se um problema crescente. Muitas pessoas têm medo de sair de

casa, e até os crimes mais graves, como violações, muitas vezes não são sequer

denunciados por medo das vítimas. Esta situação não pode continuar.

A política actual está a transformar Portugal num lugar onde as pessoas se sentem

inseguras. Não podemos permitir que a nossa cultura, as nossas comunidades e a nossa

segurança sejam colocadas em risco por políticas que não têm em conta a protecção dos

cidadãos. Precisamos de reformar a nossa política de imigração, garantindo que aqueles

que entram no nosso país o façam de forma legal e de acordo com as regras, não à revelia

das nossas fronteiras.

É necessário reforçar o controlo das nossas fronteiras e implementar restrições rigorosas.

Aqueles que estão aqui ilegalmente devem ser expulsos rapidamente.

O que estamos a enfrentar não é uma simples crise humanitária, é uma crise de

segurança. O povo português merece um ambiente mais seguro, com a protecção das

suas tradições e da sua identidade.Chega de hipocrisia. Chega de políticas que falham na protecção dos cidadãos. Portugal

não pode continuar a ser um país vulnerável à criminalidade e à imigração ilegal

descontrolada. É urgente mudar e pôr fim a esta situação.

Artigos do mesmo autor

O português nasce acorrentado por hábitos, medo e resignação. Ensinaram-no a ser quieto, previsível e agradecido pelo mínimo. Trabalha para sobreviver e paga para existir. E quando chega ao fim do mês exausto, ainda lhe dizem que devia sentir-se privilegiado. Salários baixos. Rendas sem controlo. Contas a subir mais depressa do que a vida. E […]

Existe uma herança que o socialismo partilha, sem pudor, com cada regime totalitário que a História registou, apesar de alguns negarem o óbvio. A convicção de que a vontade política dobra a realidade. O socialismo português foi um projecto contínuo de ocupação das instituições, das consciências e da linguagem. Um molde aplicado ao país com […]

Havia, numa quinta afastada do mundo, um porco que vivia como se tudo tivesse sido feito para ele. Não por mérito, mas por uma ordem qualquer, meio invisível, meio absurda, que ninguém se deu ao trabalho de explicar. O frio não o afectava. O estábulo envolvia-o num calor manso, quase sonolento, como se o tempo […]

Von der Leyen é o maior erro estratégico da Europa

Há momentos na vida de um país que pesam mais do que o calendário onde estão inscritos. São epifanias colectivas, momentos em que o país se olha ao espelho e decide se continuará a repetir os gestos e erros de sempre ou se ousará reinventar-se. O dia 18 de Janeiro de 2026 é um desses […]