Só nos últimos seis meses foram publicadas 2.612 notícias negativas sobre o CHEGA

Principais notícias negativas destacam-se no Expresso, Público, Jornal de Notícias e SIC.

© Folha Nacional

O Folha Nacional fez as contas e os números não deixam margem para dúvidas: o CHEGA é de longe o partido mais atacado pelos media tradicionais.

Só nos últimos seis meses somam-se cerca de 2.612 notícias ou peças televisivas a atacar diretamente o CHEGA, os seus dirigentes e militantes com conotações negativas, falsas imputações ou que evidenciam uma apreciação subjetiva negativa do partido ou do seu Presidente.

É também de registar a existência de centenas de notícias ou peças televisivas descontextualizadas e com análises em relação ao CHEGA que não são feitas a mais nenhum outro partido com representação parlamentar.

A análise do Folha Nacional pôde também concluir que nunca um partido foi tão atacado pelos comentadores televisivos e pelos cronistas dos jornais, somando-se mais de 384 as análises ou artigos de opinião com intensa dose de negatividade em relação ao partido liderado por André Ventura.

Últimas do País

Em alguns casos, a indefinição prolonga-se há mais de um ano e meio, com os gestores a permanecerem em funções sem saber se serão reconduzidos ou substituídos. Entre as instituições nesta situação está o Hospital de São João, no Porto, uma das maiores unidades hospitalares do país.
Portugal já registou 6572 incêndios rurais em 2026, mais 748 do que no mesmo período do ano passado. Número de ocorrências sobe quase 13% e atinge o valor mais elevado dos últimos quatro anos. Mais de 60 mil hectares já foram consumidos pelas chamas.
Diretora de Medicina Interna demite-se e responsável pela Urgência ameaça sair se não melhorarem as condições para tratar os doentes.
Três incêndios em mato em Torre de Moncorvo, Santo Tirso e Arouca destacam-se ao início da tarde de hoje entre as “ocorrências significativas” registadas pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), mobilizando mais de 900 operacionais.
Dois episódios de violência grave, registados em poucos dias, levaram a PSP a mobilizar pelo menos 30 elementos do Corpo de Intervenção para reforçar a segurança numa das zonas mais turísticas de Lisboa, entre o Terreiro do Paço e o Marquês de Pombal.
Suspeitos terão regressado ao local depois de uma luta com intenção de concretizar uma ameaça. Polícia intercetou o grupo e apreendeu uma arma artesanal de calibre 9 mm, carregada e municiada.
Os resultados dos pedidos de reapreciações dos exames nacionais da 2.ª fase serão conhecidos a 14 de setembro, por decisão do Governo que decidiu adiar a divulgação das notas para acautelar as férias de todos os professores.
Suspeito aparentava estar alcoolizado quando a PSP foi chamada a intervir. Mulher sofreu ferimentos na cabeça e foi transportada para o hospital. Um agente também ficou ferido durante a ocorrência.
Criança terá sido impedida de sair e conseguiu pedir socorro aos familiares. Suspeito foi detido pela GNR e acabou em liberdade.
Suspeitos, de 37 e 42 anos, são apontados pela PJ como autores de quatro roubos cometidos em menos de duas semanas. Um ficava no motociclo enquanto o outro, de capacete e armado, entrava nos estabelecimentos e exigia o dinheiro das caixas registadoras.