Manifestantes a favor e contra a Presidência da Guiné-Bissau confrontam-se em Lisboa

Dois grupos que se manifestavam hoje em Lisboa entraram em confrontos físicos na Praça D. Pedro V (Rossio) por desentendimentos relativamente à atual presidência da Guiné-Bissau.

© Instagram PSP

A Lusa constatou no local que foram arremessadas pedras e garrafas, para além de os manifestantes terem trocado socos e pontapés, confrontos que a Polícia de Segurança Pública (PSP) conseguiu cessar.

Um dos grupos, com cerca de 50 pessoas, que se apresenta como um movimento de apoio ao segundo mandato do Presidente Umaro Sissoco Embalo, manifestou-se ao início da tarde no Rossio, com tambores e lenços vermelhos, a favor do atual chefe de Estado.

O segundo grupo, com perto de 200 pessoas, concentrou-se também na praça numa contramanifestação e iniciativa de homenagem ao falecido músico guineense Américo Gomes. Os participantes são contra o atual regime da Guiné-Bissau.

Os confrontos tiveram início por volta das 15:00 e, de acordo com a PSP, não há registo de feridos ou detidos.

Últimas do País

Uma rixa que envolveu dezenas de pessoas na Rua da Cidade de Recife, no Viso, no Porto, causou esta madrugada três feridos que foram encaminhados para o hospital após serem agredidos com armas brancas, disse fonte da PSP à Lusa.
Milhares de moradores e empresários voltaram a ficar sem abastecimento de água em plena onda de calor. Enquanto a população denuncia um problema que se repete todos os verões, os SMAS informaram que a rotura responsável pela interrupção do abastecimento em seis localidades do concelho foi reparada.
Quem não atualizou os dados ou desapareceu do sistema durante cinco anos arrisca perder o médico de família e passar a suportar os custos da assistência até regularizar a situação.
Apenas 44% dos portugueses dizem sentir ter controlo sobre a gestão da própria saúde, colocando Portugal em último lugar entre os 20 países analisados no relatório STADA Health Report 2026 hoje divulgado.
A GNR já deteve este ano 134 pessoas pelo crime de incêndio, anunciou a corporação, que reforçou o patrulhamento em todo o país face ao agravamento do perigo de incêndio rural, mantendo o dispositivo em prontidão.
O CHEGA apresentou um projeto de lei para reforçar as regras de transparência e prevenir conflitos de interesses na contratação pública, propondo limitar os negócios entre titulares de cargos políticos e altos cargos públicos e empresas detidas ou controladas por familiares.
A GNR da Guarda constituiu cinco arguidos, na quarta-feira, por crimes de burla, no âmbito de uma investigação que decorreu nos distritos do Porto e Coimbra, e apreendeu 4.210 euros em numerário, telemóveis e material informático.
Quatro homens detidos numa operação de combate ao tráfico de droga, em que foram apreendidas quatro toneladas de haxixe e duas embarcações na costa de Setúbal, vão aguardar julgamento em prisão preventiva, informou hoje a GNR.
O presidente do CHEGA pediu hoje ao primeiro-ministro que “volte para Portugal” para que esteja presente na coordenação do combate aos incêndios e possa dar “um puxão de orelhas” ao ministro da Educação por causa dos exames nacionais.
A Polícia Judiciária realizou esta sexta-feira buscas na Junta de Freguesia das Avenidas Novas, presidida pelo PSD. A investigação incide sobre procedimentos administrativos e contratos celebrados com empresas privadas durante o ano de 2025.