PSD quebra promessa e alia-se ao PS em Vila Franca de Xira

A Câmara aprovou a nomeação de Rui Emanuel Moreira da Rocha para o conselho de administração dos SMAS, por proposta do presidente socialista Fernando Ferreira.

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A Nova Geração confirmou a continuidade nos SMAS: “Fomos convidados a manter a nossa presença. Estamos disponíveis com o mesmo espírito, responsabilidade e compromisso”, declarou o vereador Fábio Mousinho Pinto.

A decisão gerou contestação do CHEGA. Barreira Soares, vereador do partido, votou contra e acusou o PSD de abandonar o compromisso de oposição ao aceitar um cargo executivo logo na primeira reunião do mandato: “Não dizemos que é ilegal, mas é imoral.” Criticou ainda a ausência de informação pública sobre o currículo.

Em defesa do entendimento, David Pato Ferreira, do PSD, afirmou: “Votámos a favor.” Barreira Soares reiterou que o CHEGA se opõe a arranjos, favores políticos e qualquer forma de compadrio. A luta contra a corrupção, o amiguismo, compadre e a falta de transparência são bandeiras fundamentais para o CHEGA.

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Enquanto a Polícia Judiciária o detinha por suspeitas de centenas de crimes de pornografia de menores e abusos sexuais de crianças, o nome de Paulo Abreu dos Santos constava, não num processo disciplinar, mas num louvor publicado no Diário da República, assinado pela então ministra da Justiça, Catarina Sarmento e Castro.
O líder do CHEGA e candidato presidencial, André Ventura, disse esperar que o Tribunal Constitucional perceba que o “povo quer mudança” e valide a lei da nacionalidade, alegando que é baseada num “consenso nacional”.
O tenente-coronel Tinoco de Faria, que abandonou a sua candidatura a Belém e declarou apoio a André Ventura, passa agora a assumir um papel central na campanha do líder do CHEGA, como mandatário nacional.
Cinco deputados sociais-democratas, liderados por Hugo Soares, viajaram até Pequim a convite direto do Partido Comunista Chinês. A deslocação não teve carácter parlamentar e escapou às regras de escrutínio da Assembleia da República.
Saiu do Executivo, passou pelo Parlamento e acaba agora a liderar uma empresa pública com um vencimento superior ao que tinha no Governo. Cristina Vaz Tomé foi escolhida para presidir à Metro de Lisboa e vai ganhar cerca de sete mil euros mensais, com despesas da casa pagas.
O Ministério Público (MP) pediu hoje penas entre os cinco e nove anos de prisão para os ex-presidentes da Câmara de Espinho, Miguel Reis (PS) e Pinto Moreira (PSD), por suspeitas de corrupção no processo Vórtex.
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Bruxelas paga, Lisboa faz campanha: Ângelo Pereira (PSD) e Ricardo Pais Oliveira (IL) estiveram no terreno eleitoral enquanto recebiam vencimentos do Parlamento Europeu, prática proibida pelas regras comunitárias.