Heliporto da PJ em Lisboa já está disponível para recepção de órgãos para transplantes

A Polícia Judiciária (PJ) já está a disponibilizar o heliporto que fica situado na sua sede, em Lisboa, ao Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e ao Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) para transporte de órgãos.

© Facebook da PJ

O protocolo entre os três organismos – PJ, INEM e IPST – foi hoje assinado e o objetivo é criar uma cooperação para o transporte aéreo de organismos e das respetivas equipas médicas de colheita.

O heliporto em questão existe desde que o edifício da Polícia Judiciária foi construído, no ano de 2014, e conforme explicado pelo diretor nacional da PJ, Luís Neves, fica situado numa zona central da cidade e “tem uma série de hospitais nas suas redondezas, onde o transplante de órgãos se efetiva”.

“Por isso, foram criadas as sinergias comprometidas para podermos salvar vidas, para dar maior qualidade de vida às pessoas que precisam”, acrescentou o diretor nacional da PJ, que considera ainda que “a utilização do heliporto da PJ passa a ser mais racional e sustentável, em respeito pelos princípios da boa administração e da prossecução do interesse público”.

Na cerimónia que decorreu durante a tarde de hoje, além do diretor nacional da PJ, tiveram ainda a ministra da Justiça, Rita Alarcão Júdice, a ministra da Saúde, Ana Paula Martins, o presidente do INEM, Luís Mendes Cabral, e a presidente do IPST, Maria Antónia Escoval.

Para o responsável pela pasta da Justiça, este protocolo significa que “a utilização do heliporto da PJ será mais racional e sustentável, em respeito pelos princípios da boa administração e da prossecução do interesse público”.

Uma vez que a transplantação de órgãos depende sobretudo da rapidez da resposta, “muitas vezes, essa resposta só é possível com o recurso aos meios aéreos, que asseguram, em tempo útil, o transporte dos órgãos e das equipas médicas entre o hospital dador e o receptor do hospital”, explicou Rita Alarcão Júdice.

Já a ministra da Saúde considerou que este protocolo “Representa uma visão partilhada e assente naquilo que o Estado deve ser: na capacidade de colocar os recursos do estado ao serviço de um bem maior”.

Últimas do País

O ex-ministro dos Transportes de Espanha José Luis Ábalos foi hoje condenado a 23 anos e três meses de prisão por corrupção em contratos públicos para compra de máscaras na pandemia.
Portugal ultrapassou os 11,4 milhões de habitantes, com a população estrangeira a mais do que duplicar. Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística, em apenas quatro anos, os imigrantes representam 14% dos residentes no país.
Mais de 240 cidadãos estrangeiros foram detidos por permanência ilegal em Portugal desde outubro de 2023 e 540 foram notificados para abandonarem o país de forma voluntária, anunciou a GNR.
Mais de 30 concelhos dos distritos de Bragança, Castelo Branco, Guarda, Viseu, Coimbra e Portalegre estão em perigo máximo de incêndio rural, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Um incêndio rural no concelho de Baleizão, distrito de Beja, está a mobilizar 72 operacionais, 21 veículos e sete meios aéreos, de combate e coordenação, disse este domingo a Proteção Civil.
Um incêndio numa habitação em Rebordões, em Santo Tirso, no Distrito do Porto, está a ser combatido por 24 operacionais, apoiados por oito viaturas, disse à Lusa fonte da Proteção Civil.
O incêndio que teve início esta madrugada numa zona de mato em Carvalhas, freguesia de Moimenta e Montouto, concelho de Vinhais, passou para o lado espanhol não havendo pontos de ignição em Portugal, disse à lusa fonte da proteção civil.
Um homem de 33 anos, com antecedentes de violência doméstica, a filha menor morreu esta madrugada, após a queda do oitavo andar, em Santarém, disse à Lusa fonte da Direção Nacional da Polícia de Segurança Pública (PSP).
A Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do São João, Porto, está a levar sangue total às vítimas de trauma grave para testar a transfusão em emergência pré-hospitalar, uma prática comum em cenários de guerra, foi hoje revelado.
O CHEGA questionou o Governo sobre a falta de viaturas operacionais ao serviço da Polícia de Segurança Pública (PSP) na ilha Terceira, nos Açores, na sequência de alertas da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia.