IPO de Coimbra e Lisboa vão investir 16,52 milhões em equipamentos médicos e robóticos

Os IPO de Coimbra e de Lisboa vão investir, em 2026, 11,6 milhões e 4,92 milhões de euros, respetivamente, em equipamentos médicos pesados e sistemas cirúrgicos robóticos, com financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência, segundo um despacho governamental.

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O despacho publicado hoje em Diário da República autoriza o Instituto Português de Oncologia de Coimbra Francisco Gentil (IPOLFG) a assumir um encargo de 11.588.420,73 euros, acrescido de IVA à taxa legal, para a execução do projeto “Aquisição de equipamento médico pesado e sistema cirúrgico robótico”.

O projeto integra-se na submedida “Aquisição de equipamentos médicos pesados e sistemas cirúrgicos robóticos para as Unidades de Saúde do SNS” que se inclui no investimento “Programa de Modernização Tecnológica do SNS”, enquadrado na Componente 1 do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

Já o Instituto Português de Oncologia de Lisboa Francisco Gentil (IPOLFG) fica autorizado a assumir um encargo este ano até ao montante máximo global de 4.920.000,00 euros para executar o projeto “Plano de Aquisição de Equipamentos Pesados IPOLFG), segundo o despacho assinado pelo secretário de Estado da Gestão da Saúde, Francisco Gonçalves.

Este projeto está integrado na submedida “Aquisição de equipamento médico pesado e sistemas cirúrgicos robóticos para as Unidades de Saúde do SNS da Região de Lisboa e Vale do Tejo”, enquadrada no Investimento “Construção do Hospital de Lisboa Oriental e equipamento para os hospitais em Lisboa e Vale do Tejo”.

O financiamento dos projetos surge no contexto do Plano de Recuperação e Resiliência, concebido para apoiar Portugal na resposta à emergência de saúde pública provocada pela pandemia de SARS-CoV-2 e mitigar os impactos sociais e económicos decorrentes.

“A União Europeia, tomando consciência da severidade da crise pandémica e dos seus profundos efeitos nos diferentes Estados-Membros, promoveu uma resposta coletiva e concertada, tendo os Estados-Membros acordado em simultâneo o Quadro Financeiro Plurianual para o período 2021-2027 e o instrumento de recuperação europeu, designado Next Generation EU, no Conselho Europeu, em julho de 2020”, lê-se no despacho.

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