Militares criticam chumbo da proposta do CHEGA sobre revisão do complemento de pensão

As associações de oficiais, sargentos e praças condenaram hoje o chumbo pelo parlamento, com PSD, CDS e IL contra, e abstenção do PS, da revisão do complemento de pensão, alertando para consequências na "sustentabilidade futura da instituição" militar.

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Em comunicado, a Associação de Oficiais das Forças Armadas (AOFA) lembra que no passado dia 27 o parlamento chumbou iniciativas apresentada pelo CHEGA que visavam aumentar o complemento de pensão de militares das Forças Armadas e GNR, e de pessoal das forças de segurança, assegurando que a reforma correspondia a 90% do último vencimento recebido.

Para a AOFA, “uma política de Defesa credível mede-se também pela capacidade de atrair, motivar e reter militares qualificados”, sendo que o regime de reforma “integra essa equação” e “ignorá-lo é comprometer a sustentabilidade futura da instituição e ser responsável por isso”.

“A dignidade institucional dos militares das Forças Armadas não pode ser tratada como variável orçamental ajustável. A confiança dos militares no Estado não é um recurso inesgotável”, alerta.

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