A Nação que mata a si mesma

Portugal está a viver uma situação dramática e totalmente inaceitável para uma das nações mais antigas da Europa, detentora de um património histórico, cultural e linguístico singular. Em específico, os portugueses assistem ao paradoxo de financiarem, através dos seus impostos e das decisões desastrosas dos partidos que têm governado nos últimos cinquenta anos, um processo social e político perverso que tem por objectivo a sua substituição civilizacional e a aniquilação do próprio país, como entidade humana, económica, linguística e religiosa. Esse processo está a desenvolver-se por três caminhos, todos os quais acarretam consequências que não podemos ignorar.

O primeiro desses caminhos é a saída massiva de jovens portugueses. Como é sobejamente sabido, milhares de jovens estão a abandonar o país em busca de oportunidades que não encontram na terra que os viu nascer. Muitos saem com formação superior, talento, ambição e vontade de construir uma vida digna, mas frustrados com um país incapaz de lhes deixar lutar por aquilo que dá, de mão beijada, às hordas invasoras que entram pelas portas escancaradas, isto é, habitação acessível, carreiras valorizadas e perspectivas de futuro. Partem de coração pesado, deixando para trás famílias, amigos e projectos de vida – e levando consigo a energia, a criatividade, o talento e o conhecimento que usam para enriquecer, beneficiar e trazer competitividade a outras economias e sociedades. Enquanto isso acontece, Portugal perde o seu capital humano mais valioso, e, com isso, o seu futuro.

O segundo desses caminhos é a política migratória suicida que nos tem vindo a ser imposta por PS e PSD, definida pela total ausência de planeamento, controlo ou até exigência. Tudo entra, desde o bandido e violador ao traficante e homicida, com o Estado a negar o facto evidente e simples de que está a dar à decadência terceiro-mundista que aterra em Lisboa, dá à costa no Algarve ou atravessa a fronteira de autocarro habitação, educação, saúde, protecção legal, acompanhamento jurídico e um número infindável de subsídios que lhes permite ter uma vida sem fazer absolutamente nada de bom, interessante, original ou produtivo por este país. Por outras palavras, importamos parasitas, quase todos eles islâmicos – e o Bom povo português, feito tolo de serviço, paga as contas, as quais são cada vez mais pesadas.

O terceiro caminho é a notória e vergonhosa incapacidade do Estado de abrir os olhos para a gravidade do momento presente, nomeadamente a proliferação de redes de tráfico, o uso do nosso país como plataforma de acção de grupos terroristas islâmicos e a criação de comunidades paralelas, desligadas da cultura, dos valores e dos costumes nacionais, cujo propósito não é – como nunca foi – integrar ou contribuir para a grandeza de Portugal, mas sim combater, negar e apagar os elementos que nos definem enquanto comunidade histórica, cultural e política, rumo ao seu propósito final, que é criar, em Portugal, um estado islâmico, dominado pela ignorante, opressiva e desumana sharia.

Enfrentar estes desafios exige coragem política e sentido de responsabilidade. Exige criar condições para que os jovens portugueses possam permanecer e construir família no seu próprio país. Exige políticas migratórias rigorosas, assentes no controlo de fronteiras, na exigência de meios de subsistência e no combate firme à imigração ilegal. Exige igualmente que quem comete crimes graves ou abusa dos mecanismos de acolhimento seja afastado do território nacional por via de uma remigração sem piedade. Acima de tudo, exige colocar novamente Portugal e os portugueses no centro das prioridades nacionais, garantindo que o futuro da Nação não é decidido pela resignação portuguesa e pelo obscurantismo islâmico, mas pela vontade consciente de preservar aquilo que somos.

Nada disto será, alguma vez, conseguido ou alcançado pelos partidos que nos trouxeram à miséria em que nos encontramos. Pelo contrário, a mudança só vem com o CHEGA, por muito que isso incomode aos incompetentes do centrão, à esquerda disfórica do arco-íris e aos pseudo-intelectuais da trotinete.

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