Comissão para a Igualdade de Género não cumpre… igualdade de género: oito mulheres e apenas um homem na direção

A Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG), organismo público responsável por acompanhar a aplicação das regras de representação equilibrada entre homens e mulheres, tem atualmente oito mulheres e apenas um homem em nove funções de direção e coordenação. A composição da própria entidade que fiscaliza a igualdade está agora no centro de uma polémica, depois de o jornal SOL ter revelado o desequilíbrio e confrontado a instituição com a lei que estabelece uma representação mínima de 40% de cada sexo nos cargos abrangidos.

© CIG

A estrutura é liderada por Carina Quaresma e tem a vice-presidência por preencher desde julho. Entre os restantes responsáveis encontra-se apenas um homem, Luís Evangelista, chefe de equipa. A Lei n.º 26/2019 estabelece um limiar de representação equilibrada de 40% para cada sexo, mas a controvérsia reside precisamente na definição dos cargos aos quais esse mínimo deve ser aplicado.

Questionada pelo SOL, a presidente da CIG defendeu que a regra se aplica apenas aos cargos de direção superior, isto é, à presidência e à vice-presidência, interpretação igualmente transmitida pela secretária de Estado da Igualdade. O jornal contrapôs com o relatório de monitorização de 2023 da própria comissão, no qual são identificadas categorias mais abrangentes de pessoal dirigente. A legislação define, contudo, para efeitos da aplicação da Lei n.º 26/2019, os cargos de direção superior e equiparados, pelo que a desproporção entre as nove funções identificadas não demonstra, por si só, uma infração legal.

A polémica surge num organismo ao qual cabe elaborar anualmente relatórios sobre o cumprimento das regras de representação equilibrada na Administração Pública. Na página oficial da CIG, o relatório de 2023 continua a ser o mais recente disponibilizado sobre a aplicação desta legislação.

O caso recupera também o debate político sobre o financiamento público desta comissão. André Ventura, Presidente do CHEGA, já defendeu o fim das verbas destinadas a estas matérias e o fim dos apoios públicos a associações que promovem a ideologia de género, argumentando que o dinheiro dos contribuintes deve obedecer a outras prioridades.

Últimas do País

A Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG), organismo público responsável por acompanhar a aplicação das regras de representação equilibrada entre homens e mulheres, tem atualmente oito mulheres e apenas um homem em nove funções de direção e coordenação. A composição da própria entidade que fiscaliza a igualdade está agora no centro de uma polémica, depois de o jornal SOL ter revelado o desequilíbrio e confrontado a instituição com a lei que estabelece uma representação mínima de 40% de cada sexo nos cargos abrangidos.
Estrangeiro de 71 anos terá desaparecido depois de tomar conhecimento da investigação por abuso sexual de uma criança, em Colares, Sintra. Denúncia anónima colocou a Judiciária no encalço do suspeito, que acabou localizado e detido.
Homem de 55 anos é suspeito de agredir, humilhar e ameaçar a companheira com uma faca. Mulher terá sido obrigada a entregar os códigos do telemóvel e ficou privada da liberdade durante cerca de um dia. Conseguiu libertar-se e pedir ajuda na manhã seguinte.
Polícias estiveram mais de duas horas debaixo de arremessos de pedras e garrafas durante uma fiscalização a um estabelecimento. PSP revela que foram ainda ouvidos disparos de arma de fogo provenientes de vários pontos do bairro. Operação terminou com a apreensão de uma arma, munições e droga.
A PSP deteve no fim-de-semana nove condutores, com idades entre os 22 e 65 anos, por excesso de álcool no distrito de Aveiro, informou hoje aquela força policial.
O presidente do CHEGA considera que a acusação do Ministério Público reforça as suspeitas levantadas pelo partido na comissão de inquérito e contrapõe a atuação da Justiça às conclusões do Parlamento. “Devemos estar gratos pelo trabalho que a Justiça fez e que o Parlamento não exigiu fazer”, declarou.
Homem de 38 anos foi detido na Costa de Caparica depois de alegadamente tentar atropelar um guarda e agredir outros militares. Tinha consigo uma Glock 19, 16 munições e cocaína. Arma estava apreendida à ordem de um processo-crime e deveria encontrar-se sob custódia da PSP.
Relação de confiança permitia ao homem ficar sozinho com as crianças. Ministério Público indicia-o por violação agravada, abuso sexual de crianças e coação agravada.
Um homem de 38 anos foi detido por suspeitas de ter agredido física e psicologicamente, durante os últimos 10 anos, a própria mãe, de 71, em Mourão, no distrito de Évora, divulgou hoje o Ministério Público (MP).
A GNR deteve no domingo seis pessoas e apreendeu 167 jerricãs com mais de quatro mil litros de combustível nas imediações da praia do Castelo, no concelho de Albufeira, informou hoje a força de segurança.