A EUROPA OCULTA

Os primeiros 100 dias da nova Comissão Europeia não trouxeram transparência, mas sim um espetáculo de ocultação, corrupção, abuso de poder e manipulação descarada.

O caso Timmermans é a prova gritante desta podridão institucional. O antigo vice-presidente da Comissão orquestrou um esquema de corrupção onde milhões de euros foram desviados para ONGs ambientalistas, promovendo o Green Deal como um dogma inquestionável. O resultado? Empresas falidas, desemprego crescente e custos insuportáveis para famílias e indústrias. Mas a manipulação não para por aí. A Comissão alocou 45 mil milhões de euros no programa “Resiliência e Valores”, dos quais 1,5 mil milhões foram entregues a ONGs que ditam a narrativa oficial. O objetivo? Garantir que a opinião pública permaneça anestesiada perante os abusos de poder. E quando surgem denúncias, a resposta da Comissão é o silêncio.

A Europa Oculta não pode continuar a prosperar na sombra da impunidade. É urgente um organismo independente para investigar e expor estes abusos, como o DOGE norte-americano. Porque o dinheiro dos cidadãos europeus não pode continuar a ser usado para sustentar uma elite corrupta que se esconde atrás de discursos moralistas.

Artigos do mesmo autor

A Europa está a entrar num terreno gravíssimo. Sob a capa moral da proteção das crianças contra o abuso sexual online, muitos querem impor uma lógica de vigilância em massa sobre as comunicações privadas. Não nos enganemos: isto não é apenas uma má solução. É uma perversão política. É usar uma causa justa e sensível […]

Na próxima semana levarei ao plenário do Parlamento Europeu em Estrasburgo um estudo que não pode ser ignorado. Mais de 14.600 cidadãos responderam — três vezes mais do que à própria Comissão Europeia. A mensagem é fortíssima e inequívoca: Bruxelas já não fala pelo povo. Mais de 90% dizem que a liberdade de expressão está […]

A presidente não eleita da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, voltou a ultrapassar os limites do seu mandato. O recente “acordo” com os EUA, feito à margem dos Estados-membros, é um exemplo paradigmático da Europa que não queremos: opaca, centralizada e refém de interesses externos. Um pacto que compromete as próximas gerações e contradiz as linhas estratégicas da própria UE — do mercado único da defesa à autonomia energética.

Portugal discute atualmente, perigosamente, a possibilidade de tornar a nacionalidade um direito quase automático para quem cá reside, trabalha ou simplesmente nasce em solo nacional. Mas ser português não é uma casualidade: é um compromisso com a nossa história, os nossos valores, a nossa língua e a nossa identidade coletiva. Vejamos o que nos diz […]

Como pessoa que viveu na primeira pessoa a luta pela liberdade de expressão em Portugal, recuso-me a assistir calado à sua erosão disfarçada de progresso. O chamado “European Media Freedom Act” e a “Digital Services Act” não são garantias de liberdade — são o seu cavalo de Troia. Quando Bruxelas se arroga o poder de […]