Portugal com recorde de seis medalhas nos Jogos Surdolímpicos

Portugal conquistou três medalhas de ouro, duas de prata e uma de bronze nos Jogos Surdolímpicos, que hoje encerraram no Japão, na edição mais profícua de sempre, com destaque para Margarida Silva, André Soares e Joana Santos.

© Comité Paralímpico de Portugal

Margarida Silva arrebatou duas medalhas de ouro e uma de prata no atletismo, André Soares uma de prata e uma de bronze no ciclismo e Joana Santos uma de ouro no judo.

A participação no atletismo rendeu três medalhas, todas por Margarida Silva, de ouro nos 800 (2.10,38 minutos) e 5.000 metros (17.26,23) e de prata nos 1.500 (4.40,60), prova que a setubalense concluiu sem uma sapatilha.

Destaque também para Francisco Laranjeira, que foi quarto classificado nos 5.000 metros (14.59,34 minutos), falhando por pouco o pódio, e oitavo nos 10.000 (32.00,25 minutos).

Estiveram ainda em competição os atletas Hemilton Costa, no salto em comprimento (6,56 metros, com 6,64 na qualificação), Gustavo Pereira, no salto em altura (1,70 metros), e o maratonista Ricardo Gomes, que terminou em 12.º (2:38.45 horas).

No ciclismo, André Soares conquistou a medalha de prata no contrarrelógio individual e foi bronze na corrida de pontos, que concluiu após queda que lhe deixou algumas mazelas.

João Marques foi sétimo na prova de estrada, na distância de 100 quilómetros, garantindo um diploma surdolímpico, prova que André Soares não terminou, e 15.º no contrarrelógio individual.

A judoca Joana Santos também contribuiu para a profícua participação da equipa de Portugal em Tóquio e esteve em evidência ao conquistar o ouro na categoria de -57kg, revalidando o título conseguido há três anos em Caxias do Sul, no Brasil.

A comitiva portuguesa integrou 13 atletas, de cinco modalidades – atletismo, ciclismo, judo, natação e tiro –, que estiveram a competir desde 15 de novembro, em Tóquio, no Japão. Os Jogos Surdolímpicos Tóquio2025 juntaram cerca de 3.000 atletas com deficiência auditiva.

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