Unidades de imagiologia realizam menos exames para SNS em 2025 face ao ano anterior

As unidades de imagiologia associadas da ANAUDI realizaram em 2025 menos 894 mil exames de diagnóstico no âmbito do Serviço Nacional de Saúde (SNS) do que no ano anterior, indicou hoje a associação.

© D.R.

Em comunicado, a Associação Nacional de Unidades de Diagnóstico por Imagem divulga os resultados de um inquérito à atividade dos seus associados no ano passado, durante o qual foram atendidos 3,6 milhões de utentes do SNS, face a 4,7 milhões em 2024, e realizados 5,8 milhões de exames (6,7 milhões no ano anterior).

Os resultados do inquérito mostram “sinais de retração da rede convencionada em 2025, que se traduzem numa diminuição do número de atos realizados e de utentes atendidos, em particular no âmbito do SNS, evolução que se enquadra no contexto crítico que o setor atravessou, marcado pela desatualização prolongada das tabelas de atos e valores convencionados”.

Segundo a associação, “apesar da redução observada”, os exames a utentes do SNS continuam “a representar cerca de 68% do total de atos realizados” pelas referidas unidades de radiologia.

No total, os associados da ANAUDI realizaram em 2025 “cerca de 8,5 milhões de atos de diagnóstico (…), abrangendo aproximadamente 5,2 milhões de utentes”, o que representa “uma redução face ao ano anterior, no qual tinham sido registados cerca de 9,7 milhões de atos e 6,8 milhões de utentes atendidos”.

“As unidades de diagnóstico pela imagem empregam cerca de 10 mil profissionais”, refere o comunicado, adiantando que “em termos económicos, o setor gerou, em 2025, um volume de negócios de cerca de 290,9 milhões de euros”.

A ANAUDI refere ainda que, desde o início do mês, está em vigor uma tabela atualizada dos atos convencionados na área da radiologia, o que o seu presidente, Eduardo Moniz, considera ser “um desenvolvimento muito relevante para o setor”.

Últimas do País

Álcool ao volante, permanência ilegal em Portugal, armas proibidas, droga e documentos falsificados. Uma operação especial da GNR realizada nos concelhos de Grândola, Moita e Sesimbra terminou com 16 pessoas detidas, 60 autos de contraordenação e várias apreensões.
Homem de 33 anos era procurado pelas autoridades brasileiras para cumprir cinco anos de prisão pelo sequestro da ex-companheira, mãe dos seus filhos. O crime ocorreu em 2017 e o suspeito refugiou-se em Portugal em 2022, depois de ter conhecimento da acusação. Foi agora localizado e detido pela PJ na Guarda.
Mulher é suspeita de ter incendiado uma maca nas Urgências do Hospital de Santa Maria e, depois de abandonar o local, uma viatura estacionada no parque da unidade hospitalar. A Polícia Judiciária deteve a paciente após esta ter recebido alta.
O corpo de um homem aparentando "entre os 30 e os 40 anos" foi hoje encontrado no areal, no norte do concelho da Figueira da Foz, após um popular ter dado o alerta, disse o comandante da capitania.
Mais de mil menores ficaram órfãos entre 2004 e 2018 na sequência de crimes em contexto familiar. E a tragédia continua: desde 2020, pelo menos outros 72 menores ficaram sem um dos progenitores na sequência de crimes associados à violência doméstica.
Dois homens, de 36 e 47 anos, foram detidos no Aeroporto Humberto Delgado quando, segundo a Polícia Judiciária, se preparavam para introduzir em Portugal cocaína suficiente para cerca de 342 mil doses individuais. Ambos ficaram em prisão preventiva.
Tribunal de Loures condenou a 16 anos de prisão um professor de música, de 40 anos, por crimes cometidos contra uma jovem que tinha apenas 12 anos quando começaram os contactos de natureza sexual. Os abusos prolongaram-se durante vários anos. Arguido terá ainda incentivado a troca e o armazenamento de vídeos pornográficos e terá de indemnizar a vítima em 56 mil euros.
Tinha sido autuado por conduzir sob o efeito do álcool e notificado de que estava impedido de conduzir. Ainda assim, voltou ao carro e arrancou em fuga. Dois agentes da PSP foram atingidos e ficaram feridos durante a madrugada desta segunda-feira, em Portimão.
O tempo de espera nas urgências voltou esta segunda-feira a subir em alguns hospitais, com doentes urgentes a aguardarem quase 10 horas para serem vistos por um médico, segundo o portal do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
Mais de 60 concelhos de 10 distritos de Portugal continental estão hoje em perigo máximo de incêndio rural, num dia em que as temperaturas máximas vão continuar elevadas na generalidade do território, segundo o IPMA.