“Os 25 euros têm de se manter. É uma taxa moderadora”, defendeu o ministro durante uma conferência de imprensa no dia em que começam as candidaturas do concurso nacional de acesso ao ensino superior e na véspera do arranque da 2.º fase dos exames nacionais.
O representante dos diretores escolares, Filinto Lima, tinha pedido ao início do dia que esse valor fosse abolido tendo em conta os problemas identificados ao longo do processo de classificação dos exames nacionais.
Também o calendário da 2.º fase dos exames nacionais não será alterado, acrescentou o ministro, que anunciou que os alunos prejudicados poderão realizar exames nacionais numa época especial que se realizará em setembro, podendo depois concorrer ao ensino superior na 2.º fase.