Saiu da prisão há dois meses e volta a ser detido por suspeitas de sequestro, violação e roubo

Homem de 49 anos tinha cumprido cerca de 15 anos de prisão por crimes da mesma natureza. Segundo a PJ, terá sequestrado uma vítima em Torres Novas, sendo ainda suspeito de violação. A vítima conseguiu libertar-se e pedir ajuda. Pouco depois, o suspeito terá atacado e roubado outra pessoa.

© Facebook da PJ

Um homem de 49 anos, em liberdade há apenas cerca de dois meses depois de cumprir aproximadamente 15 anos de prisão por crimes da mesma natureza, foi novamente detido pela Polícia Judiciária (PJ). É agora suspeito da prática dos crimes de sequestro, violação e roubo.

O caso remonta à manhã de terça-feira, 18 de agosto, e terá começado na zona de Torres Novas. Segundo a PJ, o homem abordou uma vítima, privou-a da liberdade e transportou-a por vários locais. Durante esse período, terão ocorrido também os factos que sustentam os fortes indícios da prática do crime de violação.

A vítima conseguiu libertar-se já em Alcabideche, no concelho de Cascais, onde pediu auxílio a militares da GNR. Foi posteriormente encaminhada para uma unidade hospitalar.

A sequência de violência, contudo, não terá terminado naquele momento. Pouco depois, ainda na zona de Cascais, o suspeito terá abordado violentamente uma segunda vítima, a quem roubou vários bens pessoais.

A investigação teve início após a comunicação dos factos pela GNR de Alcabideche e contou com a colaboração da GNR e da PSP. As diligências desenvolvidas permitiram à PJ reunir fortes indícios da prática dos crimes de sequestro, violação e roubo.

O homem acabou por ser detido na madrugada de 19 de agosto pela Diretoria de Lisboa e Vale do Tejo da Polícia Judiciária.

Tinha saído da prisão apenas dois meses antes, depois de cumprir cerca de 15 anos de pena por crimes de natureza semelhante. O arguido será presente a primeiro interrogatório judicial no Tribunal de Cascais para aplicação das respetivas medidas de coação.

Últimas do País

O partido liderado por André Ventura marcou presença nas comemorações do 52.º aniversário do Estado-Maior-General das Forças Armadas, na Madeira, e defendeu que homenagear os militares “exige mais do que discursos e cerimónias”. CHEGA defende investimento na Defesa, valorização das carreiras e melhores pensões para antigos combatentes.
Ana Catarina Mendes e Edite Estrela estão entre as figuras que terão recorrido ao então secretário de Estado da Saúde para pedir informações ou ajuda relacionada com doentes. Rita Ferro Rodrigues também contactou Lacerda Sales.
Entrar de carro em Lisboa e no Porto pode vir a ter um novo custo. O Governo admite repensar o atual modelo de financiamento das estradas, enquanto um estudo apresentado pela Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) coloca em cima da mesa novas formas de cobrança aos automobilistas, incluindo taxas de congestionamento nos acessos às grandes áreas metropolitanas. O ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, defendeu que é necessário encontrar alternativas para financiar a rede rodoviária e recuperar o princípio do "utilizador-pagador".
O impacto de uma morte pode prolongar-se muito para além do funeral, afetando a saúde, as famílias, o trabalho, a produtividade e até as contas públicas. Portugal regista mais de 120 mil óbitos por ano, mas continua sem medir o verdadeiro custo económico e social do luto.
Ministério Público acusa dez pessoas, incluindo seis funcionários da empresa municipal e três dirigentes. Em causa está um alegado esquema para favorecer um empresário e duas sociedades, através da manipulação de procedimentos de contratação pública e da posterior regularização de trabalhos que já tinham sido executados.
O presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP), Paulo Santos, acusou hoje o Governo de propaganda, na sequência do anúncio de que 700 agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) vão para a pré-aposentação.
Tratores e outros veículos conduzidos por agricultores percorrem hoje de manhã em marcha lenta a Estrada Nacional 260 (EN260) junto a Serpa, no distrito de Beja, num protesto contra o aumento dos custos de produção no setor.
Menor terá feito vários disparos com projéteis de plástico a partir da varanda de uma residência nas Caldas da Rainha. Réplica foi apreendida pela PSP, que alerta: "Não deve ser tratada como um brinquedo."
PSP registou mais de 54 mil crimes contra pessoas idosas nos últimos três anos, com milhares de casos de furtos, burlas e violência doméstica. Só durante o verão, 294 idosos foram encontrados em situação de risco.
Trinta pessoas morreram em cinco meses da época balnear, divulgou hoje a Autoridade Marítima Nacional (AMN) num balanço que assinala ainda 1.418 salvamentos e 2.609 ações de primeiros-socorros.