O líder parlamentar do CHEGA, Pedro Pinto, saiu esta quinta-feira em defesa da atuação das forças de segurança durante os protestos no Porto, considerando que a intervenção policial foi necessária perante o incumprimento das ordens das autoridades e as alegadas agressões a agentes.
Em conferência de imprensa na Assembleia da República, o deputado sublinhou que o direito à manifestação deve ser respeitado, mas advertiu que esse direito não pode servir de justificação para o desrespeito da lei.
“O direito à manifestação é legítimo, não cumprir a lei é que não é”, afirmou Pedro Pinto, defendendo que os agentes enfrentaram um contexto particularmente difícil, marcado por momentos de tensão e resistência às ordens policiais.
Segundo o dirigente do CHEGA, vários agentes foram empurrados e agredidos por manifestantes que se recusaram a cumprir as indicações das autoridades. Perante este cenário, Pedro Pinto considerou que a intervenção policial foi adequada e necessária para restabelecer a ordem.
Para o deputado, a incapacidade de resposta do Executivo à crise da habitação não pode justificar situações de incumprimento da lei nem impedir a atuação das forças de segurança.