O Ministério Público está a investigar um conjunto de contratos celebrados, em 2024 e 2025, entre o Serviço de Utilização Comum dos Hospitais (SUCH) e a Neovalor – Ambiente e Saúde.
De acordo com o Correio da Manhã, os negócios representam cerca de 120 milhões de euros e envolvem uma empresa cujo capital pertence a uma sociedade do próprio SUCH e à Imosansedo, uma sociedade imobiliária.
Um dos aspetos sob escrutínio prende-se com o facto de uma funcionária do SUCH ter representado a empresa privada envolvida nos contratos.