A distribuição das vagas de formação médica especializada passou a utilizar um algoritmo informático, numa alteração ao modelo de colocação dos candidatos. Contudo, a estreia do sistema ficou marcada por problemas identificados após a divulgação dos primeiros resultados.
De acordo com o Diário de Notícias, a Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) foi obrigada a executar novamente o algoritmo depois de terem sido comunicados erros nas colocações iniciais. As situações identificadas terão ficado resolvidas após a repetição do procedimento.
As falhas suscitaram preocupações entre os representantes dos médicos. O Conselho Nacional do Médico Interno alertou para a perda de confiança no processo, enquanto a Ordem dos Médicos e a Federação Nacional dos Médicos anunciaram a intenção de pedir esclarecimentos à ACSS.