Pais detidos por suspeitas de maus-tratos a filho de três anos

Os pais de um menino de três anos foram detidos por suspeitas de maus-tratos físicos, psicológicos e psíquicos à criança, em Vendas Novas, no distrito de Évora, divulgou hoje o Ministério Público.

© D.R.

Os pais de um menino de três anos foram detidos por suspeitas de maus-tratos físicos, psicológicos e psíquicos à criança, em Vendas Novas, no distrito de Évora, divulgou hoje o Ministério Público (MP).

Num comunicado publicado no ‘site’ da Procuradoria-Geral Regional de Évora, o MP indicou que os suspeitos estão indiciados pela prática, em coautoria, do crime de violência doméstica agravado, praticado contra o filho de ambos.

“Encontram-se fortemente indiciados de infligir, de modo reiterado e com intensidade, maus-tratos físicos, psicológicos e psíquicos à vítima”, explicou, referindo que os alegados maus-tratos ocorreram desde, pelo menos, maio de 2025.

Segundo o MP, os dois arguidos, detidos esta semana na sequência da emissão de mandados de detenção fora de flagrante delito, são uma mulher, de 32 anos, portuguesa, e um homem, de 30, de nacionalidade estrangeira.

Presentes a primeiro interrogatório judicial, os suspeitos ficaram proibidos de permanecer nos locais onde se encontrem vítima e testemunhas e de os contactar, ficando igualmente inibidos do exercício de responsabilidades parentais no que se refere ao filho.

Com vista à “sua efetiva proteção”, a criança foi também alvo de “medida judicial de urgência de promoção e proteção com a entrega aos cuidados de pessoa idónea, encontrando-se em segurança”, assinalou.

No comunicado, o MP revelou ter pedido a prisão preventiva e a suspensão do exercício das responsabilidades parentais dos suspeitos, o que foi “apenas judicialmente acolhido parcialmente”, pelo que vai interpor recurso.

As investigações prosseguem sob a direção do MP, através da 2.ª secção especializada do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Évora, com a coadjuvação do Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas (NIAVE) da GNR.

Últimas do País

Os pais de um menino de três anos foram detidos por suspeitas de maus-tratos físicos, psicológicos e psíquicos à criança, em Vendas Novas, no distrito de Évora, divulgou hoje o Ministério Público.
Um homem, de 44 anos, ficou em prisão preventiva, na ilha de São Miguel, Açores, por ser suspeito de 29 crimes, entre os quais de condução ilegal, coação sobre funcionário e ofensas à integridade física, anunciou hoje a PSP.
O novo sistema informático de colocação de médicos no internato da especialidade começou a funcionar, mas as primeiras 161 colocações ficaram marcadas por falhas. O processo teve de ser repetido, aumentando a desconfiança entre os candidatos.
Um jovem foi atingido por dois tiros durante um ataque protagonizado por quatro homens encapuzados, a poucos metros da Câmara Municipal da Amadora. Os suspeitos fugiram e a Polícia Judiciária está a investigar o caso.
O Governo investiu milhões de euros na expansão da rede de creches, mas a oferta continua a não chegar para todas as crianças. Nem os fundos do PRR nem o programa Creche Feliz conseguiram eliminar a falta de vagas.
Milhões de euros em refeições escolares continuam por pagar, deixando as autarquias com encargos acumulados. Os pagamentos em atraso dizem respeito às refeições fornecidas aos alunos nas escolas.
Um administrador de insolvências foi condenado a oito anos e seis meses de prisão por envolvimento num esquema de burlas que ultrapassou um milhão de euros. Os lucros obtidos através das operações fraudulentas eram colocados em nome da namorada.
A presidente do Sindicato dos Médicos do Norte (SMN) acusou a ministra da Saúde de não cumprir a promessa sobre o INEM, referindo que o instituto está com menos de 30 médicos no quadro quando estão previstos 70 lugares.
A Polícia Judiciária (PJ) deteve uma mulher com um mandado de detenção internacional para cumprimento de uma pena de nove anos e quatro meses por associação criminosa e tráfico de droga, segundo informação divulgada hoje.
O Tribunal de Aveiro condenou hoje dois arguidos, pai e filho, a penas de cinco anos e meio e sete anos de prisão por vários roubos violentos a idosos ocorridos em 2024 e 2025.