A seguradora da Carris reconheceu, numa contestação apresentada em tribunal, que o Elevador da Glória não reunia condições para ser considerado um meio de transporte de elevada fiabilidade à data do acidente de setembro de 2025.
Segundo noticia o Correio da Manhã, a posição da Fidelidade consta da resposta judicial a uma ação em que a família de uma das vítimas reclama uma indemnização de 1,05 milhões de euros à Carris, à empresa responsável pela manutenção do ascensor e à seguradora.
Na mesma contestação, a Fidelidade considera excessivo o montante de 125 mil euros pedido especificamente a título de indemnização pela morte da vítima, contestando essa parcela da compensação reclamada.
O acidente provocou 16 mortos e deu origem a processos destinados a apurar responsabilidades e compensações. A posição apresentada pela seguradora integra a discussão judicial e não constitui, por si só, uma decisão definitiva sobre a responsabilidade pelo acidente.