Economia alemã contrai 0,3% no 4.º trimestre de 2023

A economia alemã contraiu-se 0,3% no último trimestre de 2023 face ao mesmo período de 2022 devido à queda do investimento na Alemanha, confirmou hoje a agência federal de estatística alemã (Destatis) no cálculo final do PIB alemão.

© D.R

 

Para o ano completo de 2023, as últimas estimativas confirmam uma queda do Produto Interno Bruto (PIB) de 0,3% em comparação com o ano anterior.

“No último trimestre, a queda do investimento abrandou a economia, enquanto o consumo aumentou ligeiramente”, disse a presidente da Destatis, Ruth Brand.

Nos três primeiros trimestres de 2023, o PIB alemão permaneceu em grande parte estagnado (-0,1%, 0% e 0%), acompanhado por condições económicas globais persistentemente difíceis, explicou.

No quarto trimestre, registou-se uma contração de 0,3%.

A Destatis indica que, após a queda acentuada do consumo privado em meados do inverno de 2022 e 2023, as mesmas recuperaram ligeiramente no decurso de 2023 e, ao mesmo tempo, a inflação diminuiu.

Últimas de Economia

A inflação deverá acelerar este ano para 3,2%, num contexto de subida de preços dos combustíveis impulsionado pela guerra no Médio Oriente, estima o Conselho das Finanças Públicas (CFP).
O Banco Central Europeu (BCE) prevê que a inflação da energia atinja um pico no final de 2026 e diminua significativamente em 2027, foi hoje anunciado.
O valor mediano de avaliação bancária na habitação atingiu um novo máximo histórico de 2.254 euros por metro quadrado em agosto, mais 14 euros do que no mês anterior e 14,7% acima do mês homólogo de 2025, divulgou hoje o INE.
Os preços do gasóleo na União Europeia (UE) atingiram um novo máximo de 2,23 euros por litro, contra 2,16 euros na semana anterior, segundo uma análise da agência de notícias AFP aos dados nacionais publicados hoje pela Comissão Europeia.
A carga fiscal aumentou para 35,3% em 2025, face aos 35% registados no ano anterior, de acordo com a segunda notificação de 2026 relativa ao Procedimento dos Défices Excessivos divulgada hoje pelo INE.
A taxa de poupança das famílias recuou para 12,1% do rendimento disponível no segundo trimestre de 2026, face a 12,4% no trimestre anterior, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Os preços aumentaram 16,5% no segundo trimestre, enquanto o número de negócios caiu 6,4%. Endividamento dos particulares regista o maior crescimento anual desde 2008.
A economia da zona euro deverá crescer 1% em 2026 e em 2027, segundo as previsões da OCDE, que está mais otimista para este ano mas mais pessimista em relação ao desempenho da economia no próximo.
O Presidente do CHEGA alerta para o peso dos combustíveis no setor agrícola e acusa PS e PSD de incoerência na discussão sobre a redução dos impostos.
O preço dos combustíveis e lubrificantes para transporte pessoal na União Europeia (UE) aumentou, em agosto, 23,8% na comparação homóloga, após as subidas de 13,7% em junho e de 16,9% em julho, segundo o Eurostat.