PJ detém suspeita de matar recém-nascido na Mealhada

A Polícia Judiciária (PJ) revelou hoje que deteve uma mulher, de 33 anos, que é suspeita de homicídio de um recém-nascido, crime que terá ocorrido em julho de 2022, no concelho da Mealhada.

A detenção, pelo alegado crime de infanticídio, foi realizada na segunda-feira, dando cumprimento ao mandado de detenção emitido pelo Ministério Público da Mealhada (distrito de Aveiro).

“Os indícios colhidos até ao momento, pela investigação, apontam no sentido de, na sequência de uma gravidez indesejada, a suspeita ter tido um parto sem assistência, abandonando o recém-nascido, dentro de um contentor do lixo”, referiu a PJ em comunicado.

Em declarações à agência Lusa, fonte da PJ de Aveiro esclareceu que a situação acabou por ser identificada porque a mulher precisou de assistência médica, na sequência do parto, no dia 25 de julho de 2022.

“Havia a dúvida se estávamos perante um nado vivo ou um nado morto. Através de exames efetuados, exames periciais e outra prova recolhida, verificou-se que era um nado vivo”, explicou.

A mulher de 33 anos foi presente na segunda-feira às autoridades judiciárias competentes para interrogatório judicial, tendo-lhe sido aplicada a medida de coação de prisão preventiva.

Últimas do País

O valor de 100 mil euros apresentado por Carlos Moedas para a limpeza do Rossio não foi considerado demonstrado pelo tribunal. A decisão surge no âmbito do conflito judicial relacionado com os protestos pela habitação no centro de Lisboa.
Uma lei criada em 1974, ainda utilizada para regular os protestos em Portugal, vai ser analisada pelo Tribunal Constitucional. Em causa estão as restrições horárias às manifestações, consideradas incompatíveis com a Constituição pela juíza que autorizou a permanência de manifestantes no Rossio durante a madrugada.
A Polícia Judiciária (PJ) deteve em Braga um cidadão estrangeiro, de 56 anos, procurado internacionalmente pela Interpol a pedido das autoridades vietnamitas pela prática de um crime de burla, foi hoje divulgado.
Renata Cambra, uma das principais figuras dos protestos pela habitação no Rossio, é professora e dirigente de um partido revolucionário ligado a organizações internacionais de extrema-esquerda. Declarações que lhe são atribuídas sobre conversas com alunos acerca das suas manifestações e lutas políticas levantam questões sobre os limites da intervenção política em contexto escolar.
Participantes da Acampada consideram o Mercado de Natal um “problema irrisório” e garantem que só abandonarão a praça quando assim entenderem. A posição ameaça criar um impasse em torno de uma tradição que atrai famílias, turistas e clientes ao comércio da Baixa lisboeta.
Entre 2021 e 2024, Portugal registou 1,57 milhões de entradas de imigrantes permanentes, quase duas vezes e meia o valor anteriormente estimado. A revisão do INE revela uma média de 1.080 entradas por dia, incluindo cidadãos portugueses que regressaram ao país.
A GNR apreendeu uma lancha rápida e constituiu arguido um homem de 37 anos por contrabando de circulação em Barcelos, durante uma operação de fiscalização de trânsito na A3.
Um agente da PSP sofreu ferimentos graves numa mão, depois de ter sido atacado durante uma operação policial em Lisboa. O agressor, de 54 anos, foi detido e ficou em prisão preventiva. O polícia teve de ser operado devido à gravidade da lesão.
O presidente do CHEGA considera que a decisão judicial sobre as manifestações pela habitação em Lisboa enfraquece a autoridade policial e transmite um sinal de impunidade. André Ventura exige uma posição do primeiro-ministro e do Presidente da República, alertando para as consequências da deslegitimação das forças de segurança.
O Ministério Público do Porto acusou oito pessoas e duas empresas de crimes de fraude na obtenção de fundos europeus e branqueamento, que terão rendido mais de 1,2 milhões de euros de lucro, foi hoje anunciado.