Produção automóvel aumentou 16,6% até junho para 183.154 veículos

© D.R.

A produção automóvel aumentou em Portugal, até junho, 16,6%, para 183.154 veículos, em termos homólogos, ainda que o mês de junho tenha registado um decréscimo face a igual mês de 2022, disse a ACAP – Associação Automóvel de Portugal.
Num comunicado, a associação indicou que “em junho de 2023 foram produzidos em Portugal 29.950 veículos automóveis o que representou um decréscimo de 22,6% face ao mês homólogo de 2022”.

Por outro lado, “em termos acumulados, nos seis primeiros meses de 2023, saíram das fábricas instaladas em Portugal 183.154 veículos, ou seja, mais 16,6% do que em igual período do ano anterior”.

Segundo a ACAP, “a informação estatística relativa ao ano de 2023 confirma a importância que as exportações representam para o setor automóvel já que 97,7% dos veículos fabricados em Portugal têm como destino o mercado externo, o que contribui de forma significativa para a balança comercial portuguesa”, assegurou.

A associação indicou que “a Europa continua a ser o mercado líder nas exportações dos veículos fabricados em território nacional — com 97,4% — com a Alemanha (18,9%), França (15,7%), Itália (13,3%) e Espanha (9,2%) no topo do ‘ranking'”.

Segundo a ACAP, “quanto à montagem de veículos automóveis pesados” em junho foram montados 13 veículos pesados, “tendo representado um decréscimo de 62,9% face a igual mês do ano de 2022”.

Por outro lado, em termos acumulados, no primeiro semestre, “a montagem de veículos pesados apresentou um crescimento de 19,7% face igual período do ano anterior, representando 79 veículos montados em 2023”, disse a associação.

Últimas de Economia

O presidente do CHEGA considera que o diploma, "tal como está, não serve" e alerta para o aumento do custo da habitação. Ventura diz que as rendas estão a subir "brutalmente" e considera as medidas prejudiciais tanto para proprietários como para arrendatários.
O indicador de confiança dos consumidores diminuiu em setembro pelo segundo mês consecutivo e o clima económico, baseado em inquéritos às empresas, recuou após ter aumentado no mês anterior, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Arrendar casa ficou ainda mais caro. Novos contratos atingiram uma renda mediana de 10,17 euros por metro quadrado entre abril e junho, mais 10,2% do que há um ano. Lisboa continua no topo, com 17,79 euros por metro quadrado.
Escalada dos juros junta-se ao aumento dos combustíveis e dos preços no supermercado. Quase um milhão de famílias com crédito à habitação a taxa variável estão expostas às oscilações da Euribor e, em alguns casos, a prestação mensal já aumentou mais de 100 euros.
As principais bolsas europeias abriram hoje em alta, atentas de novo à evolução do preço do petróleo, que está a subir, e dos juros das dívidas soberanas, que continuam em alta.
O líder parlamentar do CHEGA saiu da reunião com o Governo a criticar as linhas gerais do Orçamento do Estado para 2027. Pedro Pinto acusa o Executivo de não apresentar medidas para responder às dificuldades dos portugueses e lamenta a ausência de novas descidas de impostos.
Quase sete em cada dez empresas ouvidas pela Deloitte dão nota negativa ao sistema fiscal português e 97% consideram-no complexo. Justiça tributária, burocracia e carga fiscal estão entre os principais entraves apontados à competitividade e ao investimento em Portugal.
A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) fechou nove processos de contraordenação em 2025, onde foram aplicadas 10 coimas e uma admoestação, no valor total de 148.750 euros.
A aproximação do fim dos prazos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) terá levado várias entidades públicas a acelerar procedimentos e contratos. Universidade Nova de Lisboa assinou 12 contratos, no valor global de 2,06 milhões de euros, entre meados e o final de junho.
O nível de atividade de reabilitação urbana recuou ligeiramente em agosto, enquanto a carteira de encomendas manteve uma evolução positiva, segundo o barómetro hoje divulgado pela associação setorial AICCOPN.