Ordem dos Médicos diz que bloco de partos do Santa Maria não tem condições para funcionar

© D.R.

Um relatório da Ordem dos Médicos conclui que o Serviço de Urgência/Bloco de Partos do Hospital Santa Maria (Lisboa) não tem condições para se manter em funcionamento porque “comporta riscos graves” para as grávidas e profissionais de saúde.

“A situação de rotura do SUO/BP [do Serviço de Urgência/Bloco de Partos] do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte (CHULN) que se está a viver desde o dia 1 de julho comporta riscos graves para a segurança das grávidas, doentes, médicos e restantes profissionais de saúde”, refere o relatório do Colégio de Especialidade de Ginecologoa/Obstetrícia, a que a agência Lusa teve hoje acesso.

Segundo o documento, “acresce, em gravidade, a ausência de resposta adequada, pelos responsáveis clínicos do CHULN, aos repetidos alertas enviados pelos médicos do Serviço e pela Ordem dos Médicos”, que por três vezes já se deslocou ao centro hospitalar.

Nesse sentido, o colégio da especialidade da Ordem dos Médicos defende que o Serviço de Urgência/Bloco de Partos “não tem condições para continuar aberto nas condições em que tem estado a funcionar”.

Advoga ainda que é necessário “um contacto urgente com a tutela do SNS, dado o sério risco regional que está em causa” e que “a população deve ser serenamente alertada e devidamente orientada”.

Últimas do País

Ana Catarina Mendes e Edite Estrela estão entre as figuras que terão recorrido ao então secretário de Estado da Saúde para pedir informações ou ajuda relacionada com doentes. Rita Ferro Rodrigues também contactou Lacerda Sales.
Entrar de carro em Lisboa e no Porto pode vir a ter um novo custo. O Governo admite repensar o atual modelo de financiamento das estradas, enquanto um estudo apresentado pela Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) coloca em cima da mesa novas formas de cobrança aos automobilistas, incluindo taxas de congestionamento nos acessos às grandes áreas metropolitanas. O ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, defendeu que é necessário encontrar alternativas para financiar a rede rodoviária e recuperar o princípio do "utilizador-pagador".
O impacto de uma morte pode prolongar-se muito para além do funeral, afetando a saúde, as famílias, o trabalho, a produtividade e até as contas públicas. Portugal regista mais de 120 mil óbitos por ano, mas continua sem medir o verdadeiro custo económico e social do luto.
Ministério Público acusa dez pessoas, incluindo seis funcionários da empresa municipal e três dirigentes. Em causa está um alegado esquema para favorecer um empresário e duas sociedades, através da manipulação de procedimentos de contratação pública e da posterior regularização de trabalhos que já tinham sido executados.
O presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP), Paulo Santos, acusou hoje o Governo de propaganda, na sequência do anúncio de que 700 agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) vão para a pré-aposentação.
Tratores e outros veículos conduzidos por agricultores percorrem hoje de manhã em marcha lenta a Estrada Nacional 260 (EN260) junto a Serpa, no distrito de Beja, num protesto contra o aumento dos custos de produção no setor.
Menor terá feito vários disparos com projéteis de plástico a partir da varanda de uma residência nas Caldas da Rainha. Réplica foi apreendida pela PSP, que alerta: "Não deve ser tratada como um brinquedo."
PSP registou mais de 54 mil crimes contra pessoas idosas nos últimos três anos, com milhares de casos de furtos, burlas e violência doméstica. Só durante o verão, 294 idosos foram encontrados em situação de risco.
Trinta pessoas morreram em cinco meses da época balnear, divulgou hoje a Autoridade Marítima Nacional (AMN) num balanço que assinala ainda 1.418 salvamentos e 2.609 ações de primeiros-socorros.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) elevou para laranja os avisos nas nove ilhas dos Açores, desde a madrugada de hoje, devido à chuva forte e trovoada, na sequência da depressão pós-tropical Hanna.