Ordem dos Médicos diz que bloco de partos do Santa Maria não tem condições para funcionar

© D.R.

Um relatório da Ordem dos Médicos conclui que o Serviço de Urgência/Bloco de Partos do Hospital Santa Maria (Lisboa) não tem condições para se manter em funcionamento porque “comporta riscos graves” para as grávidas e profissionais de saúde.

“A situação de rotura do SUO/BP [do Serviço de Urgência/Bloco de Partos] do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte (CHULN) que se está a viver desde o dia 1 de julho comporta riscos graves para a segurança das grávidas, doentes, médicos e restantes profissionais de saúde”, refere o relatório do Colégio de Especialidade de Ginecologoa/Obstetrícia, a que a agência Lusa teve hoje acesso.

Segundo o documento, “acresce, em gravidade, a ausência de resposta adequada, pelos responsáveis clínicos do CHULN, aos repetidos alertas enviados pelos médicos do Serviço e pela Ordem dos Médicos”, que por três vezes já se deslocou ao centro hospitalar.

Nesse sentido, o colégio da especialidade da Ordem dos Médicos defende que o Serviço de Urgência/Bloco de Partos “não tem condições para continuar aberto nas condições em que tem estado a funcionar”.

Advoga ainda que é necessário “um contacto urgente com a tutela do SNS, dado o sério risco regional que está em causa” e que “a população deve ser serenamente alertada e devidamente orientada”.

Últimas do País

Um jovem de 15 anos, com necessidades educativas especiais, continua sem aulas devido à falta de uma resposta escolar adequada. Depois de várias tentativas para resolver a situação, a mãe decidiu apresentar queixa, levando às autoridades policiais um problema que coloca em causa o acesso do filho à educação.
Uma mulher de 30 anos foi encontrada morta, com ferimentos provocados por arma de fogo, no interior de uma viatura estacionada na berma da Estrada Nacional 360, nas Caldas da Rainha. Ao seu lado estava um homem de 25 anos, apontado como seu namorado, que foi encontrado inconsciente.
O Parlamento pediu os contratos contestados pela entidade reguladora da profissão, mas recebeu uma minuta já alterada. A SÁBADO revela que existiam três contratos assinados com as cláusulas consideradas ilegais.
Ricardo Carrilho acusa Luís Neves de o ter afastado para proteger interesses instalados na SIRESP. Em declarações à Renascença, denuncia contratações suspeitas, negócios com escritórios de advogados e contratos com operadores privados que não cumpririam as suas obrigações.
A proteção de vítimas de violência levanta uma nova controvérsia: o acesso à licença parental remunerada a 100% poderá depender da saída da residência. A condição, noticiada pelo Jornal de Notícias, coloca em discussão a relação entre os apoios sociais e a segurança de quem enfrenta situações de violência.
As autoridades já apreenderam mais de 42 toneladas de cocaína desde o início do ano, um volume que evidencia a dimensão das operações de combate ao tráfico de droga. Os números colocam novamente em destaque a atividade das redes internacionais de narcotráfico e a importância da fiscalização das rotas de circulação de estupefacientes.
André Ventura acusa Luís Neves de “prepotência e incapacidade de lidar com a verdade” e coloca a responsabilidade pela resolução do caso nas mãos de Luís Montenegro. O presidente do CHEGA alerta que, enquanto o primeiro-ministro não intervier, “a infeção deste Governo será cada vez maior”.
Três trabalhadores morreram hoje num acidente laboral num reservatório de água de uma habitação na Quinta do Lago, no concelho de Loulé, distrito de Faro, disseram à Lusa fontes da GNR e da Proteção Civil.
Cerca de 150 dirigentes associativos do setor agroflorestal concentraram-se esta segunda-feira junto à Assembleia da República, em Lisboa, para exigir ao Governo 140 milhões de euros em apoios que permitam enfrentar o aumento dos custos de produção e recuperar a competitividade face a Espanha. A resposta do ministro da Agricultura aponta para 2027, ano em que estarão disponíveis mais de 162 milhões de euros para apoiar o setor.
“Alguma coisa não está certa com Luís Neves”, afirmou o presidente do CHEGA, numa altura em que a imprensa aponta divergências relacionadas com o Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal como possível motivo para a saída de Ricardo Carrilho.