Web Summit conta com 70.236 participantes

A Web Summit, considerada uma das maiores cimeiras tecnológicas do mundo, anunciou hoje que o evento, que decorre até quinta-feira, conta com 70.236 participantes de 153 países, com 2.608 'startps', o maior recorde de sempre.

© Facebook da Web Summit

“A Web Summit trouxe 70.236 participantes de todo o mundo ao Altice Arena, em Lisboa, para discutir e debater ideias sobre o futuro”, refere a organização, em comunicado.

De acordo com a Web Summit, 43% dos participantes da edição deste ano em Lisboa são mulheres e que 38% (maior número de sempre) dos oradores são do género feminino.

Das 2.608 ‘startups’ presentes na cimeira tecnológica, “quase um terço” foram fundadas por mulheres.

O grupo de presidentes executivos (CEO), ‘startups’, investidores, media, reguladores e criativos irá participar em 1.180 reuniões de investidores, 70 ‘masterclasses’, 17 rondas de competições Pitch, 25 eventos noturnos e festas Night Summit na cidade de Lisboa, adianta a Web Summit.

O evento “expandiu de forma criativa” o espaço do evento em “5% para aproximadamente 215.000 metros quadrados – o equivalente a 1.099 campos de ténis”.

Com um recorde de sempre de ‘startups’, as mais de 2.600 são provenientes de 93 países e representam mais de 30 diferentes indústrias.

Mais de 250 ‘startups’ participam na Web Summit como parte do programa Impact – que trabalham para ter um impacto positivo nas suas comunidades, indústrias e ecossistemas.

Segundo a organização, mais de 800 ‘startups’ vão aprender com líderes e especialistas em sessões de quase 100 horas de mentoria.

A edição deste ano conta com 321 parceiros globais e 32 países enviaram as suas delegações de investimento estrangeiro – representando países da Europa, Ásia, América do Norte e do Sul – assim como 17 agências de investimento regional e local.

Últimas do País

Quatro em cada 10 portugueses (42%) dizem ter abandonado uma atividade online em agosto devido ao mau desempenho da rede, revela um estudo realizado pela Netsonda a pedido da DE-CIX hoje divulgado.
A União Europeia (UE) quer criar uma frota de combate aos incêndios, cada vez mais intensos e frequentes, tendo convidado bombeiros e operacionais de emergência para liderar este trabalho, anunciou hoje a presidente da Comissão Europeia, em Estrasburgo.
O incêndio em mato e montado que deflagrou na terça-feira à tarde no concelho de Portel, distrito de Évora, continua hoje ativo, com uma frente que está a ceder aos meios, revelou a Proteção Civil.
O líder do CHEGA denuncia atrasos na comissão de inquérito à gestão do antigo diretor nacional da PJ e atual ministro da Administração Interna, Luís Neves, e defende: “Não vejo nenhum motivo para que [a CPI] não seja aprovada.”
A Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR) revelou hoje que o curso de formação de Guardas que decorria em Portalegre "foi interrompido", devido à "existência de uma praga de percevejos" nas instalações.
Dois reacendimentos entre Alvito da Beira e a aldeia de Mó, no concelho de Proença-a-Nova, são, às 15.44 horas, as situações mais preocupantes no terreno, disse à agência Lusa o presidente da Câmara.
Sete pessoas morreram nas estradas entre 08 e 14 de setembro, menos três do que no mesmo período do ano passado, quando decorreu a campanha 'Cinto-me vivo', realizada pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), GNR e PSP.
Fiscalização descobriu um estabelecimento comercial em Algueirão-Mem Martins que estava a ser utilizado como residência permanente por várias pessoas. Operação nasceu de denúncias sobre alegadas habitações ilegais dentro de lojas e suspeitas de crianças em risco.
Uma pessoa morreu hoje junto ao apeadeiro da Aguda, em Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, depois de ter sido colhida por um comboio e a Linha do Norte foi retomada em via única.
Os portugueses já pagaram mais de dois mil milhões de euros em portagens para atravessar as pontes sobre o Tejo, um valor que supera em mais de duas vezes o custo nominal original das duas infraestruturas. Perante décadas de cobrança e uma fatura que continua a aumentar todos os anos, o CHEGA quer agora acabar com as portagens nas duas travessias do Tejo, através de uma iniciativa já entregue na Assembleia da República.