Polícias da PSP param carros de patrulha no Comando Metropolitano de Lisboa em protesto

Vários carros de patrulha da PSP do Comando Metropolitano de Lisboa estão hoje ao fim da tarde parados como forma de protesto dos polícias por melhores condições de trabalho e salários, indicaram à Lusa fontes sindicais.

© Facebook\ aspppsp

Segundo um dos sindicatos, às 18:30 havia “carros de patrulha inoperacionais” nas divisões da Polícia de Segurança Pública da Amadora, Loures, Odivelas e Oeiras e em duas divisões de Lisboa.

O presidente do Sindicato Nacional da Polícia, Armando Ferreira, confirmou à Lusa que os carros de patrulha da PSP estão parados às portas as esquadras, sendo um protesto que não está a ser organizado pelos sindicatos e que surgiu de forma espontânea entre os polícias.

A Lusa contactou a direção nacional da PSP que para já não presta qualquer comentário.

Últimas do País

Os resultados dos pedidos de reapreciações dos exames nacionais da 2.ª fase serão conhecidos a 14 de setembro, por decisão do Governo que decidiu adiar a divulgação das notas para acautelar as férias de todos os professores.
Suspeito aparentava estar alcoolizado quando a PSP foi chamada a intervir. Mulher sofreu ferimentos na cabeça e foi transportada para o hospital. Um agente também ficou ferido durante a ocorrência.
Criança terá sido impedida de sair e conseguiu pedir socorro aos familiares. Suspeito foi detido pela GNR e acabou em liberdade.
Suspeitos, de 37 e 42 anos, são apontados pela PJ como autores de quatro roubos cometidos em menos de duas semanas. Um ficava no motociclo enquanto o outro, de capacete e armado, entrava nos estabelecimentos e exigia o dinheiro das caixas registadoras.
O incêndio que deflagrou na segunda-feira em Arouca tinha hoje de manhã quatro frentes ativas, levando a proteção civil a dar algumas indicações de proteção a duas aldeias, disse à Lusa fonte da proteção civil.
Clóvis Abreu, absolvido do homicídio do agente da PSP Fábio Guerra, mas condenado por outros crimes no mesmo processo, acusa André Ventura de difamação agravada, discriminação e incitamento ao ódio. É já a segunda queixa apresentada pelo recluso contra o líder do CHEGA.
Pedido de auxílio por agressões a um homem levou a GNR a encontrar produto estupefaciente no interior de uma casa no Cadaval. Mulher de 38 anos foi constituída arguida.
Cidadão estrangeiro, de 33 anos, preparava-se para embarcar no Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, quando apresentou um passaporte croata falso. PSP encontrou ainda na sua posse outros dois documentos croatas igualmente fraudulentos.
Homem de 38 anos foi detido pela PSP depois de ter entrado pela janela de uma residência em Alvalade e furtado artigos avaliados em 18.200 euros. Polícia conseguiu recuperar parte dos bens.
Ministro disse que os empréstimos usados na compra dos montes estavam declarados. Em causa estão quatro propriedades situadas na freguesia de São Teotónio, no concelho de Odemira.