Transporte de passageiros nos aeroportos mantém tendência e cresce 7,3% em fevereiro

Os aeroportos nacionais movimentaram 4,3 milhões de passageiros em fevereiro, o que corresponde a uma subida homóloga de 7,3%, mantendo a tendência de crescimento dos últimos meses, segundo dados do INE, hoje divulgados.

©D.R.

Segundo as estatísticas rápidas do transporte aéreo, publicadas pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), em fevereiro, continuou a verificar-se máximos históricos nos valores mensais de passageiros nos aeroportos nacionais, com o desembarque médio diário de 76.600 passageiros, um valor superior em 4% ao registado em fevereiro de 2023.

França foi o principal país de origem e de destino dos voos, apesar de ter registado uma descida de 6,6% no número de passageiros desembarcados e de 6,4% no de embarcados face ao mesmo período do ano passado (-6,6%; -6,4%).

Seguiram-se Espanha e Reino Unido como principais países de origem, e em posições inversas como principais países de destino.

Em fevereiro, os aeroportos nacionais movimentaram 19.600 toneladas de carga e correio, correspondendo a uma subida de 16,3% face ao mesmo mês do ano passado.

Últimas de Economia

Portugal poderá passar de 6,3 mil milhões de euros em juros da dívida este ano para 9,4 mil milhões em 2030. Conselho das Finanças Públicas alerta para condições de financiamento mais adversas e antecipa o regresso dos défices já em 2027.
A taxa de inflação aumentou para 3,6% em setembro, em termos homólogos, contra 3,3% no mês anterior, novamente impulsionada pelo preço dos combustíveis, segundo a estimativa rápida divulgada hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
O presidente do CHEGA considera que o diploma, "tal como está, não serve" e alerta para o aumento do custo da habitação. Ventura diz que as rendas estão a subir "brutalmente" e considera as medidas prejudiciais tanto para proprietários como para arrendatários.
O indicador de confiança dos consumidores diminuiu em setembro pelo segundo mês consecutivo e o clima económico, baseado em inquéritos às empresas, recuou após ter aumentado no mês anterior, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Arrendar casa ficou ainda mais caro. Novos contratos atingiram uma renda mediana de 10,17 euros por metro quadrado entre abril e junho, mais 10,2% do que há um ano. Lisboa continua no topo, com 17,79 euros por metro quadrado.
Escalada dos juros junta-se ao aumento dos combustíveis e dos preços no supermercado. Quase um milhão de famílias com crédito à habitação a taxa variável estão expostas às oscilações da Euribor e, em alguns casos, a prestação mensal já aumentou mais de 100 euros.
As principais bolsas europeias abriram hoje em alta, atentas de novo à evolução do preço do petróleo, que está a subir, e dos juros das dívidas soberanas, que continuam em alta.
O líder parlamentar do CHEGA saiu da reunião com o Governo a criticar as linhas gerais do Orçamento do Estado para 2027. Pedro Pinto acusa o Executivo de não apresentar medidas para responder às dificuldades dos portugueses e lamenta a ausência de novas descidas de impostos.
Quase sete em cada dez empresas ouvidas pela Deloitte dão nota negativa ao sistema fiscal português e 97% consideram-no complexo. Justiça tributária, burocracia e carga fiscal estão entre os principais entraves apontados à competitividade e ao investimento em Portugal.
A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) fechou nove processos de contraordenação em 2025, onde foram aplicadas 10 coimas e uma admoestação, no valor total de 148.750 euros.