Jovens portugueses entre os que têm mais vontade de votar ao nível da UE

Os jovens portugueses são dos que têm mais vontade de participar nas eleições para o Parlamento Europeu (PE) entre os países da União Europeia (UE), de acordo com um Eurobarómetro divulgado hoje.

© D.R.

No inquérito sobre juventude e democracia, feito por ocasião das eleições europeias, entre 06 e 09 de junho nos 27 Estados-membros da UE, seis em dez (64%) dos jovens europeus têm intenção de votar no sufrágio.

Os portugueses estão entre os que têm mais vontade de participar nas eleições (77% dos jovens nacionais sabem que têm idade para votar e querem fazê-lo) e apenas 5% sabem que têm idade para votar, mas não o vão fazer.

Só a Roménia ultrapassa Portugal, com 78% dos jovens com intenção de participar no sufrágio para decidir a futura composição do PE.

Malta (47%), Letónia (46%) e o Luxemburgo (41%) são os países com as menores percentagens de eleitores jovens com idade para votar e que pensam fazê-lo.

Na Bulgária, Letónia, Luxemburgo, Malta e Países Baixos, um em cada cinco jovens que participaram nesta estatística responderam que não estão a pensar votar.

Entre os jovens portugueses responderam no inquérito, 39% responderam que estão preocupados com a preservação da paz e o reforço da segurança internacional, assim como a cooperação entre países

Questionados sobre como têm consciência de maneiras de participar na União Europeia, a maioria dos jovens europeus que respondeu ao inquérito (46%) disseque era possível fazê-lo através das eleições europeias e 24% apontou as redes sociais das instituições da UE e plataformas como o Portal Europeu da Juventude.

Responderam a este inquérito jovens portugueses entre os 15 e os 30 anos, num total de 1.023 entrevistas (de um total de 26.189 ao nível da UE), entre 04 e 12 de abril de 2024.

Últimas do País

A GNR deteve uma mulher de 77 anos no concelho de Pinhel por incêndio florestal originado numa queima de vegetação que se descontrolou e consumiu 0,2 hectares de pasto e mato.
Uma operação de fiscalização terminou com a apreensão de 35 armadilhas de pesca que não cumpriam as exigências legais. A Polícia Marítima detetou ainda uma embarcação de recreio em presumível infração.
A CP - Comboios de Portugal alerta para a ocorrência de perturbações na circulação dos comboios entre quinta-feira e sábado devido à greve dos revisores e dos trabalhadores de bilheteiras. A greve, convocada pelo sindicato SFRCI, pode afetar serviços como Alfa Pendular, Intercidades e Regional.
A Polícia de Segurança Pública (PSP) deixou uma mensagem sobre o papel das forças de segurança durante manifestações, sublinhando a importância do diálogo e do respeito pelo direito à reunião e à manifestação.
Uma megaoperação da Polícia Judiciária desmantelou uma alegada rede criminosa transnacional suspeita de lesar o Estado português em mais de 150 milhões de euros. O esquema envolvia empresas de fachada em vários países europeus, incluindo estabelecimentos em Arruda dos Vinhos, Vila Franca de Xira e Torres Novas. Foram detidos 39 suspeitos, portugueses e estrangeiros.
Uma mulher foi atacada com uma arma branca numa paragem de autocarro, em plena Avenida Fernão de Magalhães, em Coimbra. A agressora, de 40 anos, foi intercetada por familiares da vítima e entregue à PSP. Desentendimentos pessoais poderão estar na origem do ataque.
O presidente do CHEGA questionou a ausência de uma posição pública do primeiro-ministro perante os confrontos nas manifestações pela habitação. No debate na generalidade do Orçamento do Estado para 2027, André Ventura responsabilizou ainda PS e PSD pelo agravamento da crise habitacional.
Um dos arguidos de um processo de tráfico de droga admitiu, esta terça-feira, no Tribunal de Beja, ter transportado quase 800 quilos de haxixe a bordo de um veleiro. A confissão levou o seu advogado a renunciar à defesa e obrigou a uma nova suspensão do julgamento.
Portugal foi o quinto país da União Europeia com a maior taxa de mortalidade rodoviária em 2025, com 51 mortes por milhão de habitantes, apesar de se registar uma diminuição de 6% face ao ano anterior.
O presidente do CHEGA criticou a falta de uma posição clara do Presidente da República sobre os confrontos na manifestação pela habitação. André Ventura acusa António José Seguro de não defender a atuação da polícia.