Encontrado cadáver em Leiria que será de turista desaparecido em Fátima

Um cadáver encontrado hoje de manhã na zona da Loureira, Leiria, deverá ser do turista espanhol desaparecido em Fátima a 5 de outubro, mas a confirmação terá de ser feita na autópsia, disse à Lusa fonte da GNR.

© GNR

Segundo fonte do Comando Territorial da Guarda Republicana de Leiria, foi hoje encontrado o cadáver de um homem por um “grupo de espanhóis familiares e amigos” do turista de 64 anos, que sofria de Alzheimer, desaparecido no início do mês de outubro.

“A comunicação chegou-nos às 11h10. De imediato fomos ao local e desenvolvemos as diligências necessárias”, explicou a mesma fonte, ao constatar que o cadáver “encontrava-se em avançado estado de decomposição”, pelo que não foi possível confirmar com toda a certeza a sua identidade.

No entanto, “pela indumentária que vestia, pela localização do corpo e pela idade, será o turista espanhol desaparecido”, acrescentou, ao referir que a “confirmação será feita no fim de realizados os exames médico-legais”.

Fonte do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil de Leiria adiantou que o estado avançado de decomposição do cadáver, localizado na Rua da Bairrada, na Loureira, concelho de Leiria, obrigou a chamar os Bombeiros Sapadores de Leiria para proceder à remoção do corpo para o Gabinete Médico-Legal de Leiria.

No local estiveram também inspetores da Polícia Judiciária, “um procedimento normal” quando aparece um cadáver, justificou a GNR.

O homem de 64 anos terá sido visto pela última vez na zona de Santa Catarina da Serra, no concelho de Leiria, no início de outubro, o que levou a GNR a procurar o turista com meios cinotécnicos e ‘drones’, na altura.

Segundo disse o major Cláudio Lopes, Relações Públicas do Comando Territorial de Santarém da GNR, naquela data à Lusa, o homem estava alojado num hotel da cidade de Fátima, no concelho de Ourém (Santarém), com um grupo de cidadãos da mesma nacionalidade.

O alerta para o desaparecimento foi feito às 16h00 de domingo, dia 6 de outubro, pela mulher do cidadão espanhol.

Últimas do País

Diretora de Medicina Interna demite-se e responsável pela Urgência ameaça sair se não melhorarem as condições para tratar os doentes.
Três incêndios em mato em Torre de Moncorvo, Santo Tirso e Arouca destacam-se ao início da tarde de hoje entre as “ocorrências significativas” registadas pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), mobilizando mais de 900 operacionais.
Dois episódios de violência grave, registados em poucos dias, levaram a PSP a mobilizar pelo menos 30 elementos do Corpo de Intervenção para reforçar a segurança numa das zonas mais turísticas de Lisboa, entre o Terreiro do Paço e o Marquês de Pombal.
Suspeitos terão regressado ao local depois de uma luta com intenção de concretizar uma ameaça. Polícia intercetou o grupo e apreendeu uma arma artesanal de calibre 9 mm, carregada e municiada.
Os resultados dos pedidos de reapreciações dos exames nacionais da 2.ª fase serão conhecidos a 14 de setembro, por decisão do Governo que decidiu adiar a divulgação das notas para acautelar as férias de todos os professores.
Suspeito aparentava estar alcoolizado quando a PSP foi chamada a intervir. Mulher sofreu ferimentos na cabeça e foi transportada para o hospital. Um agente também ficou ferido durante a ocorrência.
Criança terá sido impedida de sair e conseguiu pedir socorro aos familiares. Suspeito foi detido pela GNR e acabou em liberdade.
Suspeitos, de 37 e 42 anos, são apontados pela PJ como autores de quatro roubos cometidos em menos de duas semanas. Um ficava no motociclo enquanto o outro, de capacete e armado, entrava nos estabelecimentos e exigia o dinheiro das caixas registadoras.
O incêndio que deflagrou na segunda-feira em Arouca tinha hoje de manhã quatro frentes ativas, levando a proteção civil a dar algumas indicações de proteção a duas aldeias, disse à Lusa fonte da proteção civil.
Clóvis Abreu, absolvido do homicídio do agente da PSP Fábio Guerra, mas condenado por outros crimes no mesmo processo, acusa André Ventura de difamação agravada, discriminação e incitamento ao ódio. É já a segunda queixa apresentada pelo recluso contra o líder do CHEGA.