Todos os distritos do continente sob aviso amarelo na sexta-feira devido à chuva

Todos os distritos de Portugal continental vão estar na sexta-feira sob aviso amarelo devido à previsão de chuva por vezes forte e acompanhada de trovoada devido aos efeitos da passagem da depressão Nuria, segundo IPMA.

© D.R.

Até sábado, estão previstos períodos de chuva ou aguaceiros, por vezes fortes e acompanhados de trovoada, em especial na sexta-feira, explica o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), adiantando que depressão se irá posicionar no final de quinta-feira a oeste da Península Ibérica, deslocando-se lentamente para norte.

“A esta depressão está associada uma superfície frontal fria e diversas linhas de instabilidade que condicionarão o estado do tempo em Portugal continental”, referiu o IPMA em comunicado.

Até sábado está também previsto vento do quadrante sul fraco a moderado, intensificando para moderado a forte no litoral e nas terras altas, com rajadas até 70 quilómetros por hora (km/h) a partir do final do dia de quinta-feira, e queda de neve nos pontos mais altos da Serra da Estrela.

Na sequência da previsão do agravamento do estado do tempo, o IPMA emitiu aviso amarelo para os 18 distritos entre as 12:00 e as 18:00 de sexta-feira por causa da chuva por vezes forte e acompanhada de trovada.

O IPMA colocou também sob aviso amarelo os distritos de Setúbal, Lisboa, Leiria e Beja entre as 09:00 e as 21:00 de quinta-feira e Faro entre as 03:00 e as 21:00 devido à previsão de agitação marítima forte, com ondas de sudoeste com 4 a 4,5 metros.

O aviso amarelo, o menos grave de uma escala de três, é emitido sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

Últimas do País

André Ventura acusa Luís Neves de “prepotência e incapacidade de lidar com a verdade” e coloca a responsabilidade pela resolução do caso nas mãos de Luís Montenegro. O presidente do CHEGA alerta que, enquanto o primeiro-ministro não intervier, “a infeção deste Governo será cada vez maior”.
Três trabalhadores morreram hoje num acidente laboral num reservatório de água de uma habitação na Quinta do Lago, no concelho de Loulé, distrito de Faro, disseram à Lusa fontes da GNR e da Proteção Civil.
Cerca de 150 dirigentes associativos do setor agroflorestal concentraram-se esta segunda-feira junto à Assembleia da República, em Lisboa, para exigir ao Governo 140 milhões de euros em apoios que permitam enfrentar o aumento dos custos de produção e recuperar a competitividade face a Espanha. A resposta do ministro da Agricultura aponta para 2027, ano em que estarão disponíveis mais de 162 milhões de euros para apoiar o setor.
“Alguma coisa não está certa com Luís Neves”, afirmou o presidente do CHEGA, numa altura em que a imprensa aponta divergências relacionadas com o Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal como possível motivo para a saída de Ricardo Carrilho.
“É uma injustiça fiscal!” André Ventura acusa o Governo de sufocar os agricultores portugueses com impostos e combustíveis caros, enquanto Espanha disponibiliza apoios 40 vezes superiores.
A GNR registou 193 crimes de burla por falso funcionário, com recurso à usurpação de identidade de forças de segurança e órgãos de polícia criminal, entre janeiro de 2024 e 31 de maio de 2026.
Hugo Dias, um homem de 47 anos em situação de sem-abrigo, morreu após ser agredido a murro e pontapé em Almada. O Tribunal da Relação condenou os dois envolvidos a penas de prisão suspensas, apesar do desfecho fatal.
Emails associados ao processo das gémeas luso-brasileiras revelam a intervenção do presidente do Infarmed, que terá encaminhado um pedido para responsáveis do Hospital de Santa Maria.
Um homem de 35 anos, procurado pela Justiça marroquina por suspeitas de integrar uma rede criminosa dedicada à imigração ilegal, foi extraditado de Portugal para Marrocos. O suspeito, detido em Cascais pela Polícia Judiciária, terá participado num esquema que cobrava elevadas quantias para facilitar a entrada irregular de pessoas em Espanha.
Milhares de crianças e jovens com necessidades educativas especiais estão em risco de ficar sem apoio especializado, pois os Centros de Recursos para a Inclusão (CRI) continuam sem saber qual será o financiamento para o ano letivo.