ASAE apreendeu cinco toneladas de géneros alimentícios no valor de 50 mil euros

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) apreendeu cinco toneladas de produtos à base de carne, pescado, marisco, hortofrutícolas e ultracongelados num valor estimado em 50 mil euros na operação de fiscalização a veículos de mercadorias realizada na quarta e quinta-feira.

© Facebook\asae.gov.pt

Em comunicado, a ASAE adianta que no âmbito da Operação “Fluxus”, que se realizou entre as 20:00 de quarta-feira e as 20:00 de quinta-feira em 50 locais de todo o país e envolveu 170 inspetores, foram fiscalizados 2.109 operadores económicos.

Além dos géneros alimentícios, foram também apreendidos 10 instrumentos de controlo, que registam a temperatura).

No âmbito da operação foram instaurados 19 processos de contraordenação, destacando-se como principais infrações, a falta de controlo metrológico, de equipamento de medição e registo de temperatura, de condições de higiene em transporte e de rastreabilidade em géneros alimentícios.

A operação teve por objetivo verificar o cumprimento das condições de transporte de mercadorias em circulação (bens alimentares e não alimentares), nas principais vias de acesso aos grandes centros urbanos, industriais, abastecedores e transfronteiriços.

Últimas do País

A proteção de vítimas de violência levanta uma nova controvérsia: o acesso à licença parental remunerada a 100% poderá depender da saída da residência. A condição, noticiada pelo Jornal de Notícias, coloca em discussão a relação entre os apoios sociais e a segurança de quem enfrenta situações de violência.
As autoridades já apreenderam mais de 42 toneladas de cocaína desde o início do ano, um volume que evidencia a dimensão das operações de combate ao tráfico de droga. Os números colocam novamente em destaque a atividade das redes internacionais de narcotráfico e a importância da fiscalização das rotas de circulação de estupefacientes.
André Ventura acusa Luís Neves de “prepotência e incapacidade de lidar com a verdade” e coloca a responsabilidade pela resolução do caso nas mãos de Luís Montenegro. O presidente do CHEGA alerta que, enquanto o primeiro-ministro não intervier, “a infeção deste Governo será cada vez maior”.
Três trabalhadores morreram hoje num acidente laboral num reservatório de água de uma habitação na Quinta do Lago, no concelho de Loulé, distrito de Faro, disseram à Lusa fontes da GNR e da Proteção Civil.
Cerca de 150 dirigentes associativos do setor agroflorestal concentraram-se esta segunda-feira junto à Assembleia da República, em Lisboa, para exigir ao Governo 140 milhões de euros em apoios que permitam enfrentar o aumento dos custos de produção e recuperar a competitividade face a Espanha. A resposta do ministro da Agricultura aponta para 2027, ano em que estarão disponíveis mais de 162 milhões de euros para apoiar o setor.
“Alguma coisa não está certa com Luís Neves”, afirmou o presidente do CHEGA, numa altura em que a imprensa aponta divergências relacionadas com o Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal como possível motivo para a saída de Ricardo Carrilho.
“É uma injustiça fiscal!” André Ventura acusa o Governo de sufocar os agricultores portugueses com impostos e combustíveis caros, enquanto Espanha disponibiliza apoios 40 vezes superiores.
A GNR registou 193 crimes de burla por falso funcionário, com recurso à usurpação de identidade de forças de segurança e órgãos de polícia criminal, entre janeiro de 2024 e 31 de maio de 2026.
Hugo Dias, um homem de 47 anos em situação de sem-abrigo, morreu após ser agredido a murro e pontapé em Almada. O Tribunal da Relação condenou os dois envolvidos a penas de prisão suspensas, apesar do desfecho fatal.
Emails associados ao processo das gémeas luso-brasileiras revelam a intervenção do presidente do Infarmed, que terá encaminhado um pedido para responsáveis do Hospital de Santa Maria.