Preço mediano das casas sobe 18,7% para 1.951 euros/m2 no 1.º trimestre

O preço mediano dos 40.163 alojamentos familiares transacionados, no primeiro trimestre, foi 1.951 euros por metro quadrado, uma subida de 18,7% face ao mesmo período de 2024 e após um aumento de 15,5% no trimestre anterior.

© D.R.

Segundo as Estatísticas de Preços da Habitação ao Nível Local publicadas hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), o número de transações de alojamentos familiares em Portugal aumentou 24,9% em relação ao mesmo trimestre de 2024.

O preço mediano da habitação registou subidas homólogas nas 26 sub-regiões NUTS III (Entidades Intermunicipais, como as Comunidades Intermunicipais e as Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto), destacando-se o Alto Alentejo com o maior crescimento (51,6%).

As sub-regiões da Grande Lisboa, Algarve, Região Autónoma da Madeira, Península de Setúbal e Área Metropolitana do Porto apresentaram os preços medianos da habitação mais elevados e também os valores mais altos em ambas as categorias de domicílio fiscal do comprador (território nacional e estrangeiro).

Na Grande Lisboa e na Área Metropolitana do Porto, o preço mediano das transações efetuadas por compradores com domicílio fiscal no estrangeiro superou em 52,5% e 32,3%, respetivamente, o preço das transações por compradores com domicílio fiscal em território nacional.

Últimas de Economia

A carga fiscal aumentou para 35,3% em 2025, face aos 35% registados no ano anterior, de acordo com a segunda notificação de 2026 relativa ao Procedimento dos Défices Excessivos divulgada hoje pelo INE.
A taxa de poupança das famílias recuou para 12,1% do rendimento disponível no segundo trimestre de 2026, face a 12,4% no trimestre anterior, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Os preços aumentaram 16,5% no segundo trimestre, enquanto o número de negócios caiu 6,4%. Endividamento dos particulares regista o maior crescimento anual desde 2008.
A economia da zona euro deverá crescer 1% em 2026 e em 2027, segundo as previsões da OCDE, que está mais otimista para este ano mas mais pessimista em relação ao desempenho da economia no próximo.
O Presidente do CHEGA alerta para o peso dos combustíveis no setor agrícola e acusa PS e PSD de incoerência na discussão sobre a redução dos impostos.
O preço dos combustíveis e lubrificantes para transporte pessoal na União Europeia (UE) aumentou, em agosto, 23,8% na comparação homóloga, após as subidas de 13,7% em junho e de 16,9% em julho, segundo o Eurostat.
A economia portuguesa cresce e emprega mais, mas continua a falhar onde mais conta para criar riqueza: no valor produzido por cada hora de trabalho. Em 2025, a produtividade portuguesa ficou em apenas 66,9% da média da União Europeia, abaixo do nível registado no início do século. A Business Roundtable Portugal alerta ainda para salários comprimidos, falta de investimento e dificuldades em reter trabalhadores qualificados.
As empresas comunicaram 407 despedimentos coletivos até agosto, o que representa um aumento de 13,4% face ao período homólogo, mantendo-se no valor mais elevado desde 2020, segundo os dados mais recentes divulgados pela DGERT.
O CHEGA apresentou um projeto de lei que pretende reforçar a proteção das famílias com crédito à habitação própria e permanente quando a prestação passa a representar uma parte muito elevada do rendimento mensal.
O líder do CHEGA, André Ventura, acusou este domingo o primeiro-ministro e o Governo de irresponsabilidade política e hipocrisia sobre o tema do IVA dos combustíveis, e pediu também ao PS que ponham a mão na consciência.