PSP recebeu cabeça de corpo que se suspeita que seja de homem decapitado em Lisboa

Uma cabeça que se suspeita que seja do corpo de um homem que foi encontrado decapitado na quarta-feira em Lisboa foi hoje entregue no posto policial do Hospital de São José, revelou a Polícia de Segurança Pública (PSP).

© D.R.

Em declarações à agência Lusa, fonte da PSP confirmou a notícia avançada pelo jornal ‘online’ Observador de que foi entregue hoje uma cabeça no Hospital de São José, em Lisboa.

A mesma fonte adiantou que o alerta para a situação ocorreu “por volta das 15:30”, indicando que um homem com cerca de 30 anos se dirigiu ao posto policial do hospital para entregar a cabeça, “que será de um indivíduo do sexo masculino”, e alegou que está relacionada com o caso do homem encontrado decapitado em Lisboa.

De acordo com a PSP, a Polícia Judiciária (PJ) foi “imediatamente acionada” e encontra-se no local, existindo “fortes suspeitas” de que a cabeça entregue está relacionada com o corpo encontrado decapitado.

O homem que entregou a cabeça encontra-se à guarda da PJ para ser interrogado, estando em curso a investigação sobre o homicídio, podendo ser suspeito do crime ou “alguém que encontrou e fez a entrega”, indicou a PSP.

O corpo de um homem foi encontrado decapitado na madrugada de quarta-feira nas traseiras do Coliseu de Lisboa, adiantou fonte da PJ, nesse mesmo dia, depois de acionada pela PSP.

Segundo a fonte, o alerta foi dado à PSP, que encaminhou o caso para a PJ, que se deslocou ao local onde foi encontrado o corpo, com elementos da secção de homicídios e peritos da polícia científica.

Fonte da PJ adiantou, na quarta-feira, que o homem ainda não tinha sido identificado e que a cabeça não se encontrava no local onde foi encontrado o corpo.

Últimas do País

A presidente do Sindicato dos Médicos do Norte (SMN) acusou a ministra da Saúde de não cumprir a promessa sobre o INEM, referindo que o instituto está com menos de 30 médicos no quadro quando estão previstos 70 lugares.
A Polícia Judiciária (PJ) deteve uma mulher com um mandado de detenção internacional para cumprimento de uma pena de nove anos e quatro meses por associação criminosa e tráfico de droga, segundo informação divulgada hoje.
O Tribunal de Aveiro condenou hoje dois arguidos, pai e filho, a penas de cinco anos e meio e sete anos de prisão por vários roubos violentos a idosos ocorridos em 2024 e 2025.
O CHEGA pediu, a 14 de outubro, a presença urgente do ministro da Agricultura no Parlamento, após a deteção do vírus 'Shamonda' em seis explorações bovinas portuguesas. Oito dias depois, França confirmou o primeiro caso conhecido de infeção humana, num doente que morreu no início do mês.
Dois equatorianos, um colombiano e um venezuelano foram intercetados pela Marinha Portuguesa a bordo de uma embarcação semissubmersível que transportava 1740 quilos de cocaína, avaliados em mais de 62 milhões de euros. Os quatro homens, detidos em outubro de 2025, foram agora condenados pelo Tribunal de Ponta Delgada, nos Açores, a penas entre 10 e 14 anos de prisão por envolvimento numa rede internacional de tráfico de droga.
O atual e o ex-presidente da Câmara de Valongo, Paulo Esteves Ferreira e José Manuel Ribeiro, eleitos pelo PS, foram condenados por abuso de poder à perda de mandato por limitarem a circulação de camiões na estrada de acesso ao aterro de Sobrado em 2020. A sentença incluiu ainda a aplicação de multas e a possibilidade de recurso.
Um idoso foi detido pela GNR por provocar um incêndio florestal em Carrazeda de Ansiães, devido à queima de sobrantes que se descontrolou, revelou a força policial.
A Universidade Politécnica de Portalegre (UPP) abriu um inquérito interno para apurar alegada tentativa de assédio sexual entre alunos, revelou o vice-reitor à agência Lusa.
A Habita!, criada por antigas assessoras do BE, recebeu apoios de organizações internacionais, incluindo uma rede financiada na sua origem pela fundação de George Soros. Uma investigação identifica ainda 150 mil euros de fundos europeus.
Mais de 240 turmas do 1.º ciclo continuam sem professor atribuído, segundo avança o Expresso. A falta de docentes prolonga-se mais de um mês após o arranque das aulas.