Presidenciais: Emigrantes podem ter de votar na segunda volta com boletins da primeira

Uma segunda volta nas presidenciais implica novos boletins de voto, mas alguns emigrantes portugueses poderão ter de fazer a sua escolha nos boletins da primeira volta, se os novos não chegarem a tempo, segundo fonte oficial.

© D.R.

Os portugueses vão escolher o Presidente da República no próximo domingo, podendo os eleitores portugueses no estrangeiro fazer a sua escolha nesse dia e também um dia antes, sempre presencialmente.

No caso de existir uma segunda volta, os eleitores emigrantes poderão votar a 07 e 08 de fevereiro.

Isto implica que os boletins de voto para esta segunda volta terão de ser elaborados, impressos em Portugal e enviados para os países onde residem estes eleitores portugueses.

O tempo não é largo e o porta-voz da Comissão Nacional de Eleições (CNE), André Wemans, garante que já existe um plano B para o caso de os novos boletins não chegarem a tempo a todos os eleitores portugueses no estrangeiro.

O objetivo é, existindo uma segunda volta nesta corrida eleitoral, que os novos boletins cheguem aos eleitores, para o que serão acionados os meios possíveis.

Nos casos em que isso não se concretize, e que se espera que sejam pontuais, o plano B pressupõe que a votação seja feita nos boletins da primeira volta, segundo a mesma fonte.

O número de eleitores recenseados para as eleições de domingo é de 11.039.672, dos quais 1.777.019 votam no estrangeiro.

Neste sufrágio votam mais 226.956 portugueses a residir no estrangeiro do que em 2021.

São candidatos a estas eleições Gouveia e Melo, Luís Marques Mendes (apoiado pelo PSD e CDS), António Filipe (apoiado pelo PCP), Catarina Martins (Bloco de Esquerda), António José Seguro (apoiado pelo PS), o pintor Humberto Correia, o sindicalista André Pestana, Jorge Pinto (apoiado pelo Livre), Cotrim Figueiredo (apoiado pela Iniciativa Liberal), André Ventura (apoiado pelo CHEGA) e o músico Manuel João Vieira.

Últimas do Mundo

O duplo sismo que abalou a Venezuela em 24 de junho causou a morte a 121 portugueses e lusodescendentes, de acordo com o mais recente balanço avançado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros português.
O Ministério Público de Munique, na Alemanha, acusou hoje um jovem de 15 anos de planear um ataque com explosivos, afirmando que o seu principal alvo era uma sinagoga.
A Comissão Europeia multou hoje a chinesa AliExpress em 550 milhões de euros por falhas na avaliação e redução do risco de venda de produtos ilegais, inseguros ou contrafeitos na sua plataforma de comércio eletrónico.
Jamey Carney, conhecida pelo apoio à causa palestiniana e aos direitos dos migrantes, foi encontrada morta na Irlanda. O principal suspeito é o companheiro, que abandonou o país e acabou detido na Jordânia.
O duplo sismo que abalou a Venezuela em 24 de junho causou a morte a 119 portugueses e lusodescendentes, de acordo com o mais recente balanço avançado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português.
Os incêndios em França, incluindo na histórica floresta de Fontainebleau, a menos de 100 quilómetros de Paris, levaram à detenção de 30 adultos e 29 menores, informou o ministro do Interior.
Há mais de uma década que a União Europeia (UE) regista mais mortes do que nascimentos. Ainda assim, a população continua a crescer porque entram mais pessoas do que aquelas que abandonam o espaço europeu.
Oito mulheres foram mortas desde o início de 2026. Em sete dos homicídios existe um suspeito identificado e, em seis deles, o alegado autor é um cidadão estrangeiro, segundo dados da Women’s Aid.
Portugal tinha 331 camas hospitalares por 100 mil habitantes em 2024, atrás da média da União Europeia (507).
Quatro pessoas acusadas de pertencerem a rede criminosa que desviou 140 milhões de euros com fraudes cibernéticas em vários países europeus foram detidas em Portugal, Espanha e Panamá, anunciou hoje a polícia espanhola.