Suspeito de roubo e rapto de empresário fica em prisão preventiva

O suspeito detido pelo roubo e rapto de um outro homem desaparecido há mais de uma semana, no Algarve, ficou em prisão preventiva, após ter sido hoje presente em tribunal, disse à Lusa fonte da Polícia Judiciária (PJ).

©D.R.

De acordo com essa fonte, o detido foi presente na sexta-feira ao primeiro interrogatório judicial, mas hoje voltou ao tribunal para o juiz de instrução comunicar a medida de coação, sendo-lhe aplicada a prisão preventiva, a mais gravosa prevista no ordenamento jurídico.

Segundo notícias publicadas na imprensa diária, o homem que está desaparecido é sócio e diretor de recursos humanos de um restaurante situado no empreendimento turístico em Vale do Lobo, em Almancil, no distrito de Faro.

Na sexta-feira, a PJ anunciou a detenção do suspeito, de 39 anos, referindo que foram encontrados “fortes indícios” de que estaria “diretamente envolvido” no desaparecimento não voluntário de outro homem, com 50 anos,

Segundo a polícia, os elementos recolhidos até então tinham permitido aos investigadores concluir que o homem desaparecido terá sido alvo de “um plano criminoso” que visava a “privação da liberdade” com o intuito de apropriação de objetos de valor que a vítima transportasse ou aos quais conseguisse aceder.

A investigação está a cargo da Diretoria do Sul, após os factos lhe terem sido comunicados pela Polícia de Segurança Pública, revelou a PJ num comunicado divulgado na sexta-feira.

A PJ acrescentou na ocasião que estavam em curso diligências de caráter técnico e operacional na região do sotavento (este) algarvio para localizar a vítima, que continuava em “paradeiro desconhecido”.

A investigação para determinar o paradeiro da vítima e eventuais coautores do crime prossegue, sob direção do Departamento de Investigação e Ação Penal de Faro.

Últimas do País

Quatro rapazes, com apenas 9 e 10 anos, terão sido vítimas de abusos sexuais cometidos por um pedófilo de 36 anos. Foram os pais de uma quinta criança que impediram uma nova agressão e deram o alerta às autoridades. O suspeito acabou detido e está em prisão preventiva.
A Polícia Judiciária fez hoje buscas na Câmara de Matosinhos (PS) no âmbito de um inquérito em curso relativamente a serviços de assessoria de imprensa, confirmou esta autarquia.
Um incêndio que ocorreu hoje de manhã num prédio de três andares no centro de Aveiro deixou seis moradores temporariamente desalojados e causou um ferido ligeiro, disse a comandante dos bombeiros locais.
A Comissão de Utentes em Defesa da Linha do Alentejo queixa-se do que considera ser a “degradação do serviço ferroviário” na região e tem uma concentração marcada para sexta-feira, em Évora, para exigir ao Governo melhores condições.
Quatro suspeitos encapuzados terão entrado num prédio no Monte do Estoril e efetuado vários disparos, num alegado ajuste de contas. No local ficaram invólucros de munições e vestígios de sangue. O grupo fugiu em duas viaturas, tendo uma delas sido localizada pela polícia em Alcabideche.
Ficha de avaliação identifica expressamente “PARTIDÁRIOS” como motivo para a não seleção de um candidato que, segundo a denúncia, é militante do CHEGA.
Três trabalhadores de assistência em terra do Aeroporto Humberto Delgado integravam alegadamente uma rede internacional de tráfico de droga que utilizava Lisboa como porta de entrada de cocaína na Europa. A Polícia Judiciária intercetou 117 quilos de droga provenientes do Brasil e deteve quatro suspeitos, todos colocados em prisão preventiva.
Um homem de 49 anos e uma mulher de 40 foram detidos pela Polícia Judiciária, suspeitos de manterem uma mulher em cativeiro durante mais de 20 horas, sujeitando-a a agressões, violência sexual e ameaças com uma arma de fogo. O casal acreditava que a vítima tinha denunciado uma situação que levou à institucionalização dos seus dois filhos, ambos menores de quatro anos.
Um jovem de 19 anos, sem carta de condução, perdeu o controlo do automóvel e embateu violentamente contra um poste de iluminação junto à Segurança Social de Santarém. O impacto arrancou o motor da viatura.
O Ministério Público investiga Liliana Fonseca por suspeitas de burla e falsificação de documentos. A mulher alegava ter contactos na Câmara de Lisboa capazes de garantir casas com rendas acessíveis, mediante pagamentos de milhares de euros. Algumas vítimas entregaram as poupanças de uma vida, mas continuam sem casa e sem conseguir recuperar o dinheiro.