Porque é que odeiam o CHEGA?

Há uma pergunta que ecoa, insistente e incómoda, nos salões do regime e em certas redações rendidas: Porque é que odeiam o CHEGA? Não é um ódio ingénuo, nem um reflexo espontâneo. É um ódio denso, disciplinado, deliberado. Um ódio que corrói quem o sente e quem o espalha. Um ódio que nasce do medo. Do medo de quem sempre mandou – sem prestar contas. Do medo de quem construiu carreiras – sob a capa do compadrio. Do medo de quem construiu fortunas – sob a capa da corrupção. Do medo de quem quer um país podre, quebrado e submisso.

Odeiam o CHEGA porque o CHEGA defende as Forças Armadas e as Forças de Segurança num país que se habituou a humilhar quem o protege. Num país que destruiu cadeias de comando, dissolveu hierarquias, glorifica a rebeldia e celebra o desrespeito pela autoridade. Um país que retirou meios, cortou recursos e virou as costas a homens e mulheres que vestem farda e arriscam a vida todos os dias. Um país que abandonou os seus guardiões ao cansaço, ao desespero – e, demasiadas vezes, ao suicídio.

Odeiam o CHEGA porque o CHEGA dá voz aos que emigraram. Não por falta de amor à terra, mas por falta de oportunidade. Aos que deixaram o chão que é seu por direito com dor, mas nunca deixaram de o sentir como seu. E que, hoje, à distância, assistem a um país que nega aos seus o que oferece de mão beijada a quem chega sem raízes, sem história, sem compromisso. Um país que banalizou a nacionalidade, que a vende como quem vende uma camisa manchada, num boteco qualquer do Bagladesh, esquecendo todo um orgulhoso legado que resulta de séculos de sangue, de Fé e de sacrifício.

Odeiam o CHEGA porque o CHEGA afirma, sem medo e sem hesitação, os valores que fizeram Portugal. A vida. A família. A ordem natural das coisas. Num tempo de confusão moral e de corrosão cultural, onde a esquerda disfórica e a pseudo-direita invertebrada e frouxa atacam tudo o que é sólido, o CHEGA levanta-se como muralha. Defende a vida desde a concepção até ao seu fim natural. Defende a família como união entre homem e mulher. Não cede, não vacila, não pede desculpa.

Odeiam o CHEGA porque o CHEGA é a voz da Autonomia num país onde PS e PSD a tratam como ornamento de campanha. Prometem nas eleições, mas esquecem no poder. Falam de igualdade, mas praticam a subjugação. Durante décadas, as regiões autónomas foram tratadas como territórios de segunda, dependentes, condicionados, esquecidos. Na mobilidade, na justiça, na fiscalidade, no reconhecimento institucional. O CHEGA rompe com esse ciclo e expõe as hipocrisias. E, por isso, torna-se incómodo.

Odeiam o CHEGA porque o CHEGA representa aqueles que ainda amam Portugal. Não o Portugal abstracto dos discursos, mas o Portugal real, inteiro, indomável — do Minho ao Atlântico. Um povo que não se rende ao politicamente correcto. Que não se curva às aberrações ideológicas. Que não troca as suas raízes por modas passageiras. Um povo de matriz cristã, forjado na cruz e na espada, herdeiro de templários e navegadores. Um povo que levou novos mundos ao mundo. Um povo que nunca pediu licença para existir. Um povo que sabe quem é. E que recusa esquecer.

É por tudo isto que odeiam o Chega. Porque o CHEGA rompe, rasga, revela. Porque o CHEGA lembra o que quiseram apagar. Porque o CHEGA resiste onde tantos se renderam. Porque o CHEGA recusa – com firmeza e sem medo – ficar calado se perante a decadência que outros insistem em normalizar. E assim continuaremos a ser, rumo à IV República.

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