Luísa Ribeiro está na corrida à administração da RTP, mas chega ao processo de seleção com uma circunstância pouco habitual: mantém um processo judicial contra o próprio Estado e contra a Presidência do Conselho de Ministros (PCM), entidade que tutela a televisão pública.
A candidata integra uma das oito equipas que disputam a administração da RTP, fazendo dupla com Luís Castro, antigo jornalista e atual apresentador.
Segundo informação avançada pelo ECO, o processo judicial encontra-se em segredo de justiça e estará relacionado com a passagem de Luísa Ribeiro pelo conselho diretivo da Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA).
A antiga responsável foi exonerada daquele organismo, a seu próprio pedido, estando o litígio agora existente relacionado com as circunstâncias que se seguiram à sua saída, de acordo com uma fonte citada pelo jornal.