O mundo está a mudar, e os sinais de uma profunda transformação política são cada vez mais evidentes. De continente em continente, cresce a força de uma direita que reivindica soberania nacional, segurança, controlo da imigração, defesa das tradições e uma rutura com as políticas que dominaram as últimas décadas.
Em Itália, Giorgia Meloni afirma-se como uma das principais referências desta nova direita europeia, consolidando a sua liderança e demonstrando capacidade para governar. Em Espanha, as sondagens apontam para uma possível maioria do bloco de direita, liderado pelo PP e pelo Vox, num cenário em que os equilíbrios parlamentares poderão voltar a ser decisivos. Em França, Marine Le Pen e o seu movimento alimentam a possibilidade de uma vitória histórica nas próximas presidenciais. Na Alemanha, a AfD alcançou uma vitória histórica na Saxónia-Anhalt, aproximando-se de uma oportunidade inédita de poder regional. No Reino Unido, Nigel Farage e o Reform UK transformaram o panorama político, conquistando espaço e desafiando os partidos tradicionais.
Flávio Bolsonaro surge como protagonista de uma nova batalha eleitoral no Brasil, onde a direita afirmará o seu Poder. Em vários países da América do Sul, forças de direita disputam o poder, num continente marcado por demasiados anos de socialismo corrupto.
Em Portugal o CHEGA cresceu, conquistou espaço no debate nacional e tornou-se líder da política portuguesa. André Ventura representa a esperança de uma mudança profunda, a voz de quem exige respostas para a imigração, a criminalidade, a corrupção e o funcionamento do Estado.
O futuro não está escrito, nem nenhuma vitória está garantida. Mas uma coisa é certa: ignorar esta transformação política será um erro. Em Portugal, como na Europa e nas Américas, a próxima etapa será decidida nas urnas. E é aí que a verdadeira mudança fará. Estamos seguros de que a história se faz enquanto escrevo este texto. Viva Portugal!