Dormidas turísticas na UE ultrapassam 3 mil milhões em 2024

O número de dormidas em estabelecimentos de alojamento turístico na União Europeia (UE) subiu, em 2024, 2,7%, ultrapassando pela primeira vez os três mil milhões, segundo dados hoje divulgados pelo Eurostat.

© D.R.

O serviço estatístico da UE referiu ainda que quase dois terços das dormidas (62,8%) foram reservados em hotéis ou estabelecimentos similares, 23,7% em alojamento de curta duração e 13,5% em parques de campismo.

Entre os Estados-membros, Chipre (15,5%), Malta (14,5%) e Letónia (7,4%) foram os que maior crescimento homólogo registaram nas suas dormidas em alojamento turístico e Portugal surge no 14.º lugar (3,75%).

A maior parte das 3,02 mil milhões de dormidas em toda a UE foram por hóspedes nacionais dos respetivos países (51,9%; 1,57 mil milhões), enquanto as restantes 48,1% (1,45 mil milhões) foram efetuadas por hóspedes internacionais.

A maioria das dormidas de hóspedes internacionais foram de turistas de outros países da UE (61,6%) e de outros países europeus (21,3%), enquanto apenas 16,4% das dormidas internacionais foram efetuadas por pessoas de outras regiões do mundo.

Entre estes, os hóspedes da América do Norte representaram 7,5% de todas as estadas internacionais, à frente da Ásia, com 4,9%, da América Central e do Sul, com 2,3%, da Oceânia, com 1,0%, e de África, com 0,8%.

Últimas de Economia

O Presidente do CHEGA alerta para o peso dos combustíveis no setor agrícola e acusa PS e PSD de incoerência na discussão sobre a redução dos impostos.
O preço dos combustíveis e lubrificantes para transporte pessoal na União Europeia (UE) aumentou, em agosto, 23,8% na comparação homóloga, após as subidas de 13,7% em junho e de 16,9% em julho, segundo o Eurostat.
A economia portuguesa cresce e emprega mais, mas continua a falhar onde mais conta para criar riqueza: no valor produzido por cada hora de trabalho. Em 2025, a produtividade portuguesa ficou em apenas 66,9% da média da União Europeia, abaixo do nível registado no início do século. A Business Roundtable Portugal alerta ainda para salários comprimidos, falta de investimento e dificuldades em reter trabalhadores qualificados.
As empresas comunicaram 407 despedimentos coletivos até agosto, o que representa um aumento de 13,4% face ao período homólogo, mantendo-se no valor mais elevado desde 2020, segundo os dados mais recentes divulgados pela DGERT.
O CHEGA apresentou um projeto de lei que pretende reforçar a proteção das famílias com crédito à habitação própria e permanente quando a prestação passa a representar uma parte muito elevada do rendimento mensal.
O líder do CHEGA, André Ventura, acusou este domingo o primeiro-ministro e o Governo de irresponsabilidade política e hipocrisia sobre o tema do IVA dos combustíveis, e pediu também ao PS que ponham a mão na consciência.
A produção na construção recuou 2,0% na zona euro e 1,8% na União Europeia (UE) em julho, face ao mesmo mês de 2025, segundo dados hoje divulgados pelo Eurostat.
A taxa Euribor desceu hoje a três e a 12 meses e subiu a seis meses para um novo máximo desde outubro de 2024.
Contas provisórias apontam para um agravamento de 10 cêntimos no gasóleo e oito na gasolina já a partir de segunda-feira. A Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis fecha os valores esta sexta-feira.
O Partido Socialista (PS) defende que é preciso aliviar a carga fiscal sobre os combustíveis, mas vai votar contra o projeto de lei do CHEGA que propõe reduzir temporariamente o IVA nos combustíveis de 23% para 13%. A decisão foi confirmada por José Luís Carneiro.