Portugal alagado em tudo menos em apoios

Tivemos oporunidade de assistir nas últimas semanas a chuva constante em todo o território que provocou vastissima destruição e prejuizos incalculáveis.
As zonas de Leiria, Coimbra e Alcácer do Sal ficaram alagadas, casas e empresas destruídas para além do património público. Familias sem água nem luz, retidas sem possibilidade de sairem das suas aldeias. Um cenário descrito por muitos como de catástrofe.
Os meios tardaram a chegar, os postes tardam a ser reparados e até um troço da maior e mais movimentada auto-estrada nacional ruiu pela força das águas que destruíram o dique que estava na base de um dos pilares. Esse troço estará interrompido na zona de Coimbra levando

ao desvio do trânsito para auto-estradas paralelas. Tudo isto ocorreu durante a campanha da segunda volta das eleições Presidenciais que opôs o socialista António José Seguro (AJS) a André Ventura.
André Ventura, o único candidato que representa a verdadeira Direita patriótica, cristã e identitária apresentou-se a estas eleições e passou à segunda volta contra um candidato que ninguém queria e que a quem ninguém reconhecia méritos.
Chegados aqui, e com a catástrofe que assolou o Centro do país, André Ventura cancelou todos os eventos de rua e passou a visitar os Concelhos levando a cabo campanhas de solidariedade enquanto AJS dizia que não fazia ideia do que era isso de “ir entregar comida” ou que não participaria nos esforços de recolha de bens e alimentos. Ventura deu ordem

para que todas as lonas de campanha fossem retiradas e encaminhadas para as zonas afectadas para protegerem os telhados que, dada a falta de telhas e mão-de-obra necessária, não podiam ser reparados no imediato. A isto AJS respondeu tardiamente com uma doação de cerca de €1.000 para a aquisição das ditas lonas.
Toda esta postura mostrou que André Ventura quer estar junto das pessoas, quer ouvir as suas preocupações e trabalhar no sentido de os ajudar a resolver os seus problemas.
Enquanto isto, só por pressão de André Ventura é que foram suspensas as portagens na zona afectada, as doações ganharam expressão e as populações sentiram que pelo menos parte do Estado se importava com elas visto que não havia um Ministro ou um responsável no terreno

a dar esse apoio e esse conforto a quem tinha perdido tudo, não tinha água nem luz, não podia cozinhar nem tinha alimentos.
Chega a hora de se falar de apoios. O Governo de Luis Montenegro vem apresentar o plano desenhado pelos seus Ministros, e mais uma vez é pela voz de André Ventura, há uma alteração nos valores a serem concedidos às pessoas para as ajudar num primeiro momento. Mas quando fomos a ver, a maioria dos apoios -se não a sua totalidade – fosse para recuperação dos negócios ou das casas, seriam dados via empréstimo. Ou seja, as pessoas que perderam tudo – casas, empresas, rendimentos – teriam agora que, sem meios, contrair empréstimo para terem a sua vida de volta.
A pergunta não cala: como é que há

milhões para sustentar imigrantes que não vêm trabalhar, não gostam nem respeitam a Cultura e nem a Língua falam, como é que há milhões para Ideologia de Género que destroi as jovens mentes, as suas familias e a sociedade como um todo mas não há para apoiar portugueses em momentos de crise?
As reportagens sucediam-se e numa delas é afirmado que desta vez as populações tinham recebido algum apoio, algo que não tinha acontecido num evento semelhante em 2001. Ora estas declarações deitam por terra a “narrativa climática”, prova-se que não se tratou de um evento isolado, que já tinha acontecido e com graves consequências.
Noutro testemunho é afirmado que quando se fizeram as barragens, o compromisso seria que a cada dez anos elas seriam esvaziadas para manutenção,

coisa que ao fim de 45 anos não tinha acontecido uma única vez.
A este mar de calamidade somam-se as descargas que Espanha resolveu fazer das suas barragens e enquanto Luis Montenegro falou com Espanha para descarregar as nossas, Espanha nada disse, não avaliou o contexto de risco para as nossas zonas ribeirinhas e apenas levou a cabo a descarga. Muitos perguntarão: porque é que isto acontece? A resposta apesar de simples é triste – acontece porque quando Elisa Ferreira foi Ministra do Ambiente no Governo de António Guterres, entregou a nossa Soberania hidrica e a gestão das barragens a Espanha a troco de uma renda. Aos portugueses nunca foram prestadas contas desse dinheiro.
Viviamos este cenário com a campanha a decorrer, as eleições marcadas para dia

08/02 e André Ventura sugere que se adiem as eleições por uma semana. Isso tinha sido aliás sugerido num primeiro momento por Marcelo Rebelo de Sousa mas nessa altura os media fizeram de conta que não tinham ouvido. Quando André Ventura sugere essa possibilidade, surgiu um coro de criticas e uma insistência em que tal era impossível, ilegal e inconstitucional.
Para que essa medida fosse aplicada, era necessário um contexto especifico mas era possivel mas esta resposta em bloco do sistema veio mais uma vez demonstrar que André Ventura tinha razão e que a Constituição em vigor precisa de sofrer alterações pois está completamente desenquadrada dos reais problemas e necessidades do país.
Chegamos ao fim da campanha, as zonas afectadas viram as suas eleições adiadas

uma semana e no restante as eleições decorreram. Os nossos emigrantes tiveram dificuldades em votar e a taxa de abstenção foi altíssima e no território português houve uma união de todo o espectro político não a favor de AJS mas contra André Ventura.
O medo, a ignorância, o desconhecimento e o poder dos media fez com que AJS tivesse ganho as eleições.
As pessoas não têm medo da imigração descontrolada, da insegurança visivel, do modelo económico falhado que traz salários baixos, não se revoltam com o desrespeito pela Nação e pelos simbolos nacionais mas têm medo de quem quer mudar o país para melhor.
Até num espantalho votariam só para não votar André Ventura e com isso não entendem que estão a adiar Portugal.
A conclusão que se tira é que o gene

socialista está implantado nas mentes dos portugueses que dizem defender e proteger a Democracia mas são os primeiros a po-la em perigo quando elegem um globalista, progresista, defensor da teoria das alterações climáticas, subserviente a Bruxelas e aos interesses privados instalados. Os que se dizem de Direita preferem rasgar as vestes e votar socialista do que votar no verdadeiro candidato de Direita pois Deus nos livre que algo mude neste país. Nem interessa se é para melhor ou para pior, o que interessa é que continuem a ter razões para chorar as mágoas e vitimizarem-se.
No final das contas, AJS ganhou mas André Ventura rompe a barreira dos 33% o que o coloca como líder da Direita e mais votado do que o Governo da AD nas últimas eleições.

Temos que continuar o caminho sabendo que ou conseguirmos uma maioria absoluta ou AJS não dará posse ao Governo do CHEGA que sair das próximas eleições legislativas.
Perdemos todos mas “Roma e Pavia não se fizeram num dia” e toda a mudança tem que ser consolidada antes de efectivamente acontecer.
É preciso tirar as pessoas da bolha de mentira, contra-informação e desinformação em que se encontram, re-ensina-las a pensar e a aprender conceitos.
Vai demorar algum tempo mas vai valer a pena. Este esforço, dure o tempo que durar, irá colocar Portugal no rumo da IV República, façam o que fizerem, mais cedo do que mais tarde, esse sonho será uma realidade.

Artigos do mesmo autor

Chegou finalmente o momento de Portugal se ver livre de um dos piores Presidentes da República de sempre. Um Presidente que deixou que humilhassem Portugal à sua frente, um Presidente que faz um discurso a celebrar os 40 anos da entrada de Portugal na UE onde exalta tudo menos os valores portugueses. É chegado esse […]

Chegou mais um “querido” mês de Agosto e Portugal arde sem parar. Hectares e hectares de floresta, casas ardidas, famílias desalojadas e desoladas, bombeiros sem meios, populações e sociedade civil a combater os fogos e a reunir alimentos para ajudar os Soldados da Paz que colocam em risco a sua vida por pouco mais de […]

Temos assistido nos últimos dias a vários relatos de situações de extrema violência que são vistas pelos cidadãos como alarmantes, e pela extrema-imprensa, como forma de fazer política, de deturpar factos e de enganar os mais incautos. Olhamos para Espanha e vemos o triste espetáculo que se passou em Torre Pacheco, Múrcia. Soubemos através de […]

Na Europa vemos duas realidades: a Europa socialista e social-democrata refém de interesses estrangeiros globalistas que condenam os seus Povos a sofrer com uma imigração excessiva e desregulada e com isso à violência e insegurança, a índices escolares fracos, a problemas de habitação e emprego sem boas condições para os locais, o que leva a […]

Portugal vive o rescaldo dos desacatos e da depredação de património público decorrentes dos acontecimentos que originaram um morto após confrontos com a Polícia no Bairro do Zambujal em Lisboa. Ao momento a que escrevo esta reflexão, ainda não sabemos ao certo a cronologia dos acontecimentos que culminaram na morte de um afro-descendente. De acordo […]