Suspeito de roubo e rapto de empresário fica em prisão preventiva

O suspeito detido pelo roubo e rapto de um outro homem desaparecido há mais de uma semana, no Algarve, ficou em prisão preventiva, após ter sido hoje presente em tribunal, disse à Lusa fonte da Polícia Judiciária (PJ).

©D.R.

De acordo com essa fonte, o detido foi presente na sexta-feira ao primeiro interrogatório judicial, mas hoje voltou ao tribunal para o juiz de instrução comunicar a medida de coação, sendo-lhe aplicada a prisão preventiva, a mais gravosa prevista no ordenamento jurídico.

Segundo notícias publicadas na imprensa diária, o homem que está desaparecido é sócio e diretor de recursos humanos de um restaurante situado no empreendimento turístico em Vale do Lobo, em Almancil, no distrito de Faro.

Na sexta-feira, a PJ anunciou a detenção do suspeito, de 39 anos, referindo que foram encontrados “fortes indícios” de que estaria “diretamente envolvido” no desaparecimento não voluntário de outro homem, com 50 anos,

Segundo a polícia, os elementos recolhidos até então tinham permitido aos investigadores concluir que o homem desaparecido terá sido alvo de “um plano criminoso” que visava a “privação da liberdade” com o intuito de apropriação de objetos de valor que a vítima transportasse ou aos quais conseguisse aceder.

A investigação está a cargo da Diretoria do Sul, após os factos lhe terem sido comunicados pela Polícia de Segurança Pública, revelou a PJ num comunicado divulgado na sexta-feira.

A PJ acrescentou na ocasião que estavam em curso diligências de caráter técnico e operacional na região do sotavento (este) algarvio para localizar a vítima, que continuava em “paradeiro desconhecido”.

A investigação para determinar o paradeiro da vítima e eventuais coautores do crime prossegue, sob direção do Departamento de Investigação e Ação Penal de Faro.

Últimas do País

A Proteção Civil alertou hoje para o risco de inundações e cheias em Portugal continental devido à passagem da depressão Bruna, que irá provocar chuva e vento fortes e agitação marítima.
A Polícia de Segurança Pública (PSP) deteve entre domingo e hoje 10 pessoas no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, suspeitas de utilizarem documentos falsificados em voos provenientes de Atenas, na Grécia.
O IPMA alertou para chuva, vento e agitação marítima no continente a partir de domingo, devido à depressão Bruna, que deverá afetar o país até 13 de novembro.
A PSP recebeu hoje de manhã um alerta de ameaça de bomba num avião da Ryanair que iria sair do aeroporto de Lisboa com destino a Roma, revelou hoje aquela polícia.
Dois homens, de 24 e 27 anos, foram detidos pela PSP depois de transformarem dois apartamentos municipais devolutos, na Quinta do Loureiro, em Lisboa, em armazéns de droga. A operação permitiu apreender 23 quilos de heroína, a maior quantidade desta substância confiscada este ano pelas forças de segurança portuguesas, além de cocaína, haxixe, liamba, dinheiro e munições.
Um adolescente de 15 anos foi identificado pela Polícia Judiciária como suspeito de violar e roubar uma rapariga menor de idade no interior do prédio onde esta reside, em Oeiras. O jovem está ainda indiciado por outros crimes de roubo e agressão. Por ter menos de 16 anos, não pode ser responsabilizado criminalmente, tendo sido entregue ao pai e apresentado ao Tribunal de Família e Menores.
A Polícia Judiciária de Aveiro deteve um homem de 34 anos suspeito de usar receitas falsas para comprar medicamentos que seriam utilizados para fabricar drogas ou para consumo direto, segundo informou o órgão de polícia criminal.
Uma mulher espanhola foi detida em Badajoz, suspeita de ter vendido os seis filhos, com idades entre um e 11 anos, a outras famílias. Duas das crianças, de um e três anos, foram localizadas em Portugal e encaminhadas para instituições de acolhimento.
Um homem de 55 anos foi detido pela GNR por estar "fortemente indiciado" do crime de violência doméstica contra a mulher, de 48 anos, no concelho de Elvas, revelou hoje o Ministério Público (MP).
A Polícia Marítima apreendeu, nos primeiros nove meses deste ano, cerca de 100 mil litros de combustível no combate ao tráfico de droga, mais 45% do que em todo o ano de 2025, indicou a Autoridade Marítima Nacional (AMN).