O Grupo Parlamentar aponta “incoerências e contradições” nas declarações da governante, na audição de terça-feira na comissão de inquérito.
“Em causa está a eventual prestação de falsas declarações em sede de inquérito parlamentar, uma situação que, a confirmar-se, pode configurar matéria de natureza criminal”, sustenta.
No requerimento enviado à presidente da comissão de inquérito, a deputada do CHEGA Marta Silva, divulgado hoje, o partido denuncia “discrepâncias entre a versões da ministra da Saúde e das diversas entidades decisivas e responsáveis por organismos do INEM e pela saúde e outros quantos responsáveis políticos”, sem identificar.
O CHEGA considera que essas contradições se verificam também “entre declarações próprias”.
O partido apela à “seriedade dos diversos grupos parlamentares para que não obstaculizem a descoberta daquilo que é o apuramento de um facto gravíssimo de mentir ao parlamento”.